domingo, 12 de julho de 2015

Piece of cake: é simples e rápido
fazer o visto americano em Brasília


Queridos leitores da Fragata, anuncio que estou em fase de total renovação: acabo de renovar o passaporte, a carteira de motorista e, pasmem, o visto para os Estados Unidos — aquele mesmo que eu jurava que não ia tirar nunca mais, pra não ter que me aborrecer com filas e papeladas. Se eu soubesse que o processo tinha ficado tão simples, juro que não tinha perdido o concerto de aniversário (meu e dele) de Eric Clapton, em Nova Iorque (o aniversário é em março, mas o show foi no feriadão do 1º de Maio).

Quando meu visto americano caducou, há quase 10 anos, ainda não havia o agendamento nos consulados e o processo de renovação me parecia um sofrimento desnecessário, ainda mais que um pedaço enorme da Europa já não pedia visto a brasileiros. Morando no Rio, passava todos os dias pela Rua México, onde funciona o Consulado Americano (trabalhava a duas quadras dali) e o ar de resignação das pessoas na fila só aumentavam a minha convicção. Agora porém, a coisa está fácil, rápida e sem perrengue, pelo menos em Brasília. Piece of cake, como dizem os gringos. Moleza.

Veja como é o processo e como foi a minha experiência:

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Colônia Witmarsum,
um Brasil diferente no interior do Paraná

Sou completamente apaixonada por
telhados adornados por lambrequins...
Com o friozinho está chegando, vai dando uma vontade danada de procurar lugares aconchegantes, com um astral mais rural e sossegado. E fazia tempo que eu estava devendo essa dica aos leitores da Fragata: um passeio à Colônia Witmarsum é um jeito bem gostoso de aproveitar o charme do nosso inverno. Uma escapada do burburinho urbano com sotaque alemão  — idioma "oficial" do lugar  — com direito a provar gostosuras germânicas que combinam tão bem com as temperaturas amenas.

Basta uma horinha de viagem, a partir de Curitiba, para o visitante mergulhar nesse Brasil bem diferente, o universo de uma comunidade menonita fundada por alemães, nos anos 50, na antiga Fazenda Canela, município de Palmeira (PR). Além do contato com um modo de vida desacelerado e ligado à terra, garanto que você vai adorar a pantagruélica celebração que é o café colonial servido por lá — e que é a grande atração para quem faz o bate e volta a partir da capital.

domingo, 5 de julho de 2015

O que fazer em Taormina

O vulcão Etna, um dos grandes responsáveis pela
 beleza da paisagem de Taormina
Vou ser bem direta: o que mais tem pra fazer em Taormina é ficar com cara de boba diante da paisagem. Mas também tem um patrimônio histórico muito interessante para ver, com destaque para o famoso Teatro Grego, igrejas e edifícios medievais, renascentistas e barrocos, a tradição da Majolica, a cerâmica multicolorida local e, se você for nos meses quentes, umas praias bem badaladas. O traço de união de todas essas atrações é a beleza, que Taormina tem de sobra.

É que quando uma cidade nasce grega, não tem pra onde apelar. Os deuses determinam que ela será linda até dizer chega, não importa o que façam as gerações e conquistadores futuros. Ô, povo para ter o GPS calibrado para escolher locações, esses helenos...

terça-feira, 30 de junho de 2015

8 sítios arqueológicos que
merecem entrar na sua lista

A loba romana no Fórum de Tarragona, na Catalunha
Eles são muito menos famosos que a Acrópole de Atenas, Stonehenge ou Machu Picchu, mas têm beleza, história e fascínio de sobra pra justificar a visita. Alguns são testemunhas de fatos bem conhecidos, outros revelam facetas do passado que encantam e surpreendem. O que eu posso garantir é que cada um desses sítios arqueológicos são narradores eloquentes, que vão lhe encantar e transportar para momentos inesquecíveis.

E você nem precisa ser como eu, a doida que não resiste a montinhos de pedras milenares, pra curtir essas visitas. Primeiro, porque são lugares realmente interessantes. Segundo, porque a maioria deles fica bem perto de outras atrações bacanas, que vale a pena conhecer. Quer dizer, você mergulha na história e ainda ganha o bônus de curtir lugares legais. 

Confira neste post ótimas razões para incluir a Casa da Torre (Praia do Forte, Bahia) Tiwanaku (Bolívia), Orongo (Ilha de Páscoa), Pachacamac (Lima), Troia (Turquia), La Casa del Obispo (Cádis, Andaluzia), a Acrópole de Lindos (Ilha de Rodes, Grécia) e os vestígios de Tarraco (Tarragona, Catalunha) nos seus próximos planos de viagem:

sábado, 27 de junho de 2015

São Paulo:
Eataly, Food Park e outros beliscos

Empanadas argentinas La Mendocina, no Food Park Butantã
OK, eu adoro os museus, o teatro e todas aquelas opções que fazem de São Paulo uma cidade fascinante e inesgotável. Mas vamos ser sinceras: atire a primeira polpeta quem não já chega à cidade com as papilas gustativas assanhadas para a farra gastronômica que Sampa promete e cumpre como nenhuma outra metrópole brasileira.

Desta vez (o feriadão de Corpus Christi), nem organizei um roteiro para a comilança — acredite, às vezes eu embarco pra lá com todas as refeições agendadas e as reservas feitas, rsss. A única atividade previamente decidida era a visita ao recém-inaugurado Eataly, o empório e reunião de restaurantes italianos que causa furor onde se instala. Na companhia de Bruno, meu sobrinho e gula advisor preferido, bati muita perna pela cidade e usei sites e aplicativos para escolher os lugares onde iria comer. O resultado do safári foi muito divertido.

Confira o que a gente andou beliscando em Sampa:

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Hospedagem em São Paulo:
Hotel Mercure Pinheiros

Mercure Pinheiros: boa localização e bons preços 
Nesse feriadão de Corpus Christi, voltei a me hospedar em um velho conhecido em São Paulo, o Mercure Pinheiros, um dos meus pousos certos na cidade. Gosto da localização do hotel — a duas quadras do Metrô Clínicas, a confortáveis caminhadas de um monte de lugares que curto e das casas de muitos amigos queridos.

Gosto da proposta da Rede Mercure, cujos hotéis normalmente oferecem apartamentos com quarto e sala separados, além de uma mini cozinha, como é o caso da unidade de Pinheiros. Faz parte do processo de me sentir de novo “morando” na cidade fazer algumas comprinhas para o café da manhã (que não é incluído na diária em praticamente nenhum hotel da Rede Accor) e curtir a primeira refeição do dia com a cara mergulhada no jornal comprado na banca da esquina, exatamente como faço em casa.

domingo, 14 de junho de 2015

São Paulo: dicas para aproveitar um feriadão

A fachada do Hotel Moffarej, no bairro da Bela Vista
Quando eu morava em Sampa, lá se vão 20 anos, eu e a maioria dos meus amigos adorávamos passar os feriadões na cidade, fugindo do engarrafamento louco na direção da serra ou do litoral e aproveitando a cidade mais tranquila. Com o passar do tempo, São Paulo já não fica mais tão vazia nos feriadões — parece que todo mundo passou a usar o truque que achávamos que era só nosso, rsss. Mas ainda é um grande programa estar em Sampa nessas folgas, se você montar algumas estratégias de sobrevivência.

Neste 2015 cheio de feriadões, é claro que eu teria que dedicar pelo menos um deles a São Paulo, uma das minhas cidades. Talvez eu não tenha mais o entusiasmo juvenil para enfrentar os aspectos mais ferozes da megalópole, mas adoro estar na cidade a passeio pra aproveitar a imensa oferta de museus, centros culturais, espetáculos, parques e atrações gastronômicas que são a marca de Sampa. Foi o que eu fiz, agora em junho, no feriado de Corpus Christi. Confira essas dicas e inspire-se para sua próxima temporada paulistana.