terça-feira, 30 de junho de 2015

8 sítios arqueológicos que
merecem entrar na sua lista

A loba romana no Fórum de Tarragona, na Catalunha
Eles são muito menos famosos que a Acrópole de Atenas, Stonehenge ou Machu Picchu, mas têm beleza, história e fascínio de sobra pra justificar a visita. Alguns são testemunhas de fatos bem conhecidos, outros revelam facetas do passado que encantam e surpreendem. O que eu posso garantir é que cada um desses sítios arqueológicos são narradores eloquentes, que vão lhe encantar e transportar para momentos inesquecíveis.

E você nem precisa ser como eu, a doida que não resiste a montinhos de pedras milenares, pra curtir essas visitas. Primeiro, porque são lugares realmente interessantes. Segundo, porque a maioria deles fica bem perto de outras atrações bacanas, que vale a pena conhecer. Quer dizer, você mergulha na história e ainda ganha o bônus de curtir lugares legais. 

Confira neste post ótimas razões para incluir a Casa da Torre (Praia do Forte, Bahia) Tiwanaku (Bolívia), Orongo (Ilha de Páscoa), Pachacamac (Lima), Troia (Turquia), La Casa del Obispo (Cádis, Andaluzia), a Acrópole de Lindos (Ilha de Rodes, Grécia) e os vestígios de Tarraco (Tarragona, Catalunha) nos seus próximos planos de viagem:

sábado, 27 de junho de 2015

São Paulo:
Eataly, Food Park e outros beliscos

Empanadas argentinas La Mendocina, no Food Park Butantã
OK, eu adoro os museus, o teatro e todas aquelas opções que fazem de São Paulo uma cidade fascinante e inesgotável. Mas vamos ser sinceras: atire a primeira polpeta quem não já chega à cidade com as papilas gustativas assanhadas para a farra gastronômica que Sampa promete e cumpre como nenhuma outra metrópole brasileira.
Desta vez (o feriadão de Corpus Christi), nem organizei um roteiro para a comilança — acredite, às vezes eu embarco pra lá com todas as refeições agendadas e as reservas feitas, rsss. A única atividade previamente decidida era a visita ao recém-inaugurado Eataly, o empório e reunião de restaurantes italianos que causa furor onde se instala. Na companhia de Bruno, meu sobrinho e gula advisor preferido, bati muita perna pela cidade e usei sites e aplicativos para escolher os lugares onde iria comer. O resultado do safári foi muito divertido.

Confira o que a gente andou beliscando em Sampa:

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Hospedagem em São Paulo:
Hotel Mercure Pinheiros

Mercure Pinheiros: boa localização e bons preços 
Nesse feriadão de Corpus Christi, voltei a me hospedar em um velho conhecido em São Paulo, o Mercure Pinheiros, um dos meus pousos certos na cidade. Gosto da localização do hotel — a duas quadras do Metrô Clínicas, a confortáveis caminhadas de um monte de lugares que curto e das casas de muitos amigos queridos.

Gosto da proposta da Rede Mercure, cujos hotéis normalmente oferecem apartamentos com quarto e sala separados, além de uma mini cozinha, como é o caso da unidade de Pinheiros. Faz parte do processo de me sentir de novo “morando” na cidade fazer algumas comprinhas para o café da manhã (que não é incluído na diária em praticamente nenhum hotel da Rede Accor) e curtir a primeira refeição do dia com a cara mergulhada no jornal comprado na banca da esquina, exatamente como faço em casa.

domingo, 14 de junho de 2015

São Paulo: dicas para aproveitar um feriadão

A fachada do Hotel Moffarej, no bairro da Bela Vista
Quando eu morava em Sampa, lá se vão 20 anos, eu e a maioria dos meus amigos adorávamos passar os feriadões na cidade, fugindo do engarrafamento louco na direção da serra ou do litoral e aproveitando a cidade mais tranquila. Com o passar do tempo, São Paulo já não fica mais tão vazia nos feriadões — parece que todo mundo passou a usar o truque que achávamos que era só nosso, rsss. Mas ainda é um grande programa estar em Sampa nessas folgas, se você montar algumas estratégias de sobrevivência.

Neste 2015 cheio de feriadões, é claro que eu teria que dedicar pelo menos um deles a São Paulo, uma das minhas cidades. Talvez eu não tenha mais o entusiasmo juvenil para enfrentar os aspectos mais ferozes da megalópole, mas adoro estar na cidade a passeio pra aproveitar a imensa oferta de museus, centros culturais, espetáculos, parques e atrações gastronômicas que são a marca de Sampa. Foi o que eu fiz, agora em junho, no feriado de Corpus Christi. Confira essas dicas e inspire-se para sua próxima temporada paulistana.

domingo, 31 de maio de 2015

Mirantes do Rio:
a Urca e o Forte de Copacabana

As montanhas do Rio vistas do Morro da Urca
Na condição de carioca eventual (já morei na cidade em cinco ocasiões, a primeira delas ainda bem criancinha) eu curto muito aquele olhar íntimo, quase blasê, que os residentes e frequentadores habituais conseguem diante da beleza extraordinária do Rio de Janeiro. Eu já estava super acostumada a entender o Cristo como parte da paisagem da minha rua — a Paissandu, em Laranjeiras, que aliás, desemboca no Aterro — e a receber um “bom dia” da águia do Theatro Municipal, toda vez que subia a escada rolante da estação do metrô, a caminho do trabalho.

Hoje, porém, eu volto ao Rio na condição de turista. É impressionante como a percepção muda, sem a gente querer ou se dar conta, quase que no momento exato em que se troca de CEP. Perdi a intimidade para ganhar de novo aquele olhar maravilhado que só o visitante tem do Rio — não sei se é melhor que a familiaridade, só sei que é diferente. O Rio não é mais minha casa, é o cenário para ser visto quase com sofreguidão, porque, encerrada a folga do feriado, vai voltar a ser memória.

E não há nada melhor para saciar esse olhar maravilhado que os muitos mirantes que a cidade oferece. Eu tenho dois favoritos: a Urca e o Forte de Copacabana.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Hospedagem no Rio de Janeiro:
Regente Copacabana

Meu dia começava assim...
Os hotéis do Rio de Janeiro têm os preços mais inflacionados do País. Na beira da praia, então, costumam custar os olhos da cara. Mas uma coisa que eu aprendi nos anos que passei indo ao Rio a trabalho (pelo menos uma vez por mês, chato, né?): de março a setembro as diárias ficam quase irreconhecíveis, em relação aos caminhões de dinheiro cobrados pela hospedagem quando as temperaturas começam a esquentar.

Nas duas últimas passagens pela cidade (no último fim de semana de fevereiro e agora, no meio de maio), aproveitei essa baixa no valor das diárias para me presentear com estadias de cara para o mar, as montanhas e as curvas do litoral mais bonito do Brasil.

domingo, 24 de maio de 2015

MAR - Museu de Arte do Rio,
meu novo xodó na cidade

O terraço do MAR ,
com vista para as montanhas e a Ponte Rio Niterói 
Pra vocês verem como eu estava em dívida com o Rio, ainda não tinha tido oportunidade de conhecer o MAR – Museu de Arte do Rio, inaugurado em 2013, na Praça Mauá. Fui corrigir essa lacuna nesse mais recente fim de semana passado na cidade (14 a 17 de maio) e fiquei encantada. Vocês já sabem que eu me amarro em um projeto arquitetônico inventivo e o MAR foi paixão à primeira vista.

Por mais que eu tivesse visto fotos do lugar, dar de cara com o felicíssimo “casamento” entre os dois edifícios que compõem o museu é daquelas alegrias raras. Um dos prédios é o Palacete Dom João VI, de 1916, em estilo eclético (ou “bolo de noiva”), que chegou a ficar mais de 20 anos em estado de completo abandono, até o início das obras do MAR. E nele que funcionam as salas de exposição. O outro edifício é um velho terminal rodoviário de traços modernistas, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico do museu interligou os dois edifícios por rampas e estendeu sobre os dois uma belíssima cobertura de concreto, de traçado ondulado como as ondas do mar — pairando lá no alto, a estrutura parece uma peça leve e esvoaçante.