quinta-feira, 27 de abril de 2017

Cidade do México - dicas práticas


A sala dedicada à cultura Maia no imperdível Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México



Agora que você já tem uma sugestão de roteiro e dicas de hospedagem e transporte, está na hora de começar a organizar a viagem para a maravilhosa Cidade do México — agora que fui, fico me perguntando por que demorei tanto...

Neste post eu organizei uma série de dicas práticas para ajudar no seu planejamento: como chegar, como é o processo na Imigração e na Aduana, como organizar seus passeios, quanto tempo ficar, como é o clima e os cuidados com a altitude. Também tem dicas sobre câmbio e quanto dinheiro levar e sobre chip de celular, pra ficar sempre conectada (e poder chamar o Uber na hora que o metrô estiver impossível).

"Lamento" informar que agora você não tem mais desculpas. E que você vai se apaixonar pela Cidade do México. Veja as dicas:

terça-feira, 25 de abril de 2017

Cidade do México - dicas de hospedagem


Parque México, no bairro de Condesa, um refúgio agradável que os moradores adoram
Nesses anos de estrada, aprendi que escolher bem o bairro pra me hospedar é metade do segredo de uma viagem bacana. Quando a gente vista uma metrópole das dimensões da Cidade do México, a escolha do bairro é ainda mais estratégica. Antes de reservar o hotel, pesquisei muito sobre segurança, preços e acesso às atrações. Obrigada pelas dicas, Nívia Guirra, do blog Viagens Invisíveis, e Gabi Moniz, do Projeto 101 Países 💜💛💚.

As áreas mais recomendadas para hospedagem na Cidade do México são a Zona Rosa (um clássico onde se concentram muitos hotéis de rede, nas imediações do Paseo de la Reforma), Polanco (chique assim como os Jardins, em São Paulo), o Centro Histórico (hospedagem mais em conta) e Condesa, que é meio que a Ipanema local: elegante, mas sem muita pose.

As cores de Condesa
Escolhi Condesa e adorei não só o bairro, como o Maria Condesa Boutique Hotel, super confortável, charmoso e aconchegante, lugar onde me senti em casa desde a chegada e por toda a gostosa semana que passei lá.

Veja como foi minha experiência de hospedagem no bairro de Condesa:

sábado, 22 de abril de 2017

Cidade do México - dicas de transporte

O trânsito na Cidade do México é pesado, mas a boa notícia é que dá pra circular sem envelhecer nos engarrafamentos
Basta eu dizer que a Cidade do México tem mais de 20 milhões de habitantes pra você intuir que transporte é um item essencial no planejamento de uma viagem pra lá. Confesso que embarquei bastante preocupada com os legendários congestionamentos da metrópole caótica que me diziam que ia encontrar  e com o tempo que ia perder nos deslocamentos. Mas eu tenho uma ótima notícia: é muito mais fácil circular pela Cidade do México do que a gente imagina.

Claro, a reputação estrepitosa do trânsito da Cidade do México não é gratuita. Mas achei a mobilidade muito mais resolvida do que a de São Paulo, que é uma cidade de tamanho similar. O que ouvi de muitos mexicanos é que desde a implantação do Metrobus (ônibus que circulam em corredores exclusivos, em seis linhas), a coisa melhorou muito.

Neste post eu reuni algumas dicas pra você circular pela Cidade do México com mais tranquilidade.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cidade do México: roteiro de 7 dias
em uma metrópole espetacular


Exposição fotográfica no Bosque de Chapultepéc estimula os mexicanos a andar de bicicleta. A imagem de Enrique Abe mostra os ciclistas no Zócalo, a praça principal da Cidade do México - lá, a prefeitura dá a maior força para as bikes
Que surpresa maravilhosa é a Cidade do México! Passei sete lindos dias lá, aproveitando o feriadão da Páscoa, e caí de amores por essa metrópole gigantesca que consegue ser radicalmente contemporânea, ao tempo em que preserva a brejeirice que a gente espera encontrar em uma aldeia.

Oficialmente, são 8,5 milhões de habitantes, embora a teia urbana que enreda diversos municípios já abrigue mais de 20 milhões de pessoas. Um aglomerado onde o trânsito à beira do infernal, as distâncias sempre medidas em dezenas de quilômetros e as multidões do feriado prolongado caminham de braços dados com bairros silenciosos e arborizados, parques onde se ouve o som de realejos e cores despudoradas se derramam sobre fachadas, vestidos domingueiros e balões de gás.

Vendedor de cataventos no bairro de Condesa, numa tarde de sábado

Lady Godiva, uma das esculturas de Salvador Dali expostas no Paseo de la Reforma, nas imediações do Museu de Antropologia
Os quase 700 anos da Cidade do México — fundada como Tenochtitlán pelo povo mexica, ou astecas, em 1325 — são herdeiros de tradições ainda mais antigas. Olmecas, teotihuacanos, maias e toltecas deixaram seu pedacinho de contribuição nessa metrópole diversa e singular — os astecas, como os romanos, não faziam cerimônia em incorporar tradições.

Tudo isso enriquecido e temperado com os fazeres e saberes de gente que chega hoje, de todas as partes do país, para viver na metrópole.

A primavera é tempo de jacarandás em flor na Cidade do México
Uma vida é pouco pra a Cidade do México, mas meus sete dias ficaram redondinhos para essa first date.

O segredo foi concentrar os passeios e visitas em áreas específicas da cidade a cada dia, para evitar perder tempo em longos deslocamentos. Uma vez que se chega a cada um dos “enclaves” de interesse, em geral é possível transitar entre as atrações de cada região a pé, o que contribui também pra que se possa sentir a cidade.

Veja como montei meu roteiro e “assista um trailer” das coisas lindas que vi na Cidade do México. E aguarde o monte de posts detalhadinhos que vem por aí 😊

terça-feira, 18 de abril de 2017

Miami: como aproveitar uma conexão

Areia branquinha, mar caribenho
e esses postinhos de salva vidas
que dão vontade de trazer pra casa: Miami Beach
Minha viagem ao México, nos feriados da Páscoa, foi muito especial. Antes de começar a falar sobre ela, porém, deixe eu contar como foi meu reencontro com Miami e Miami Beach, uma paradinha de 12 horas entre voos. Essa conexão no Aeroporto de Wilcox me proporcionou um passeio bem bacaninha para rever as primeiras cidades estrangeiras onde coloquei meus pezinhos, no longínquo ano de 1972.

A última vez que eu tinha estado em Miami e Miami Beach foi em 1990. Neste breve retorno, deu pra ver muitas mudanças (pra melhor) por lá — afinal, 27 anos são uma vida. O que mais curti foi o passeio por South Beach, em Miami Beach, para ver o adorável conjunto Art Déco do bairro, que está resplandecente desde o projeto de revitalização da área, iniciado nos anos 90.

Três ícones da Art Déco em South Beach, os hotéis Delano, National e Sagamore, em Collins Avenue
Aqui neste post eu organizei as dicas práticas pra você curtir uma conexão mais longa em Miami e conto os passeios que eu fiz por lá.

domingo, 16 de abril de 2017

Madri desencanada: Chueca e Malasaña

Malasaña: brechós, grafites e um tremendo alto astral
Bem pertinho das mais palpitantes cartões postais de Madri, dois bairros concentram lazer, gastronomia, comércio descolado e aquele um persistente climinha de vanguarda— que resiste até mesmo às tentativas de empacotar e vender esse astral como “atração turística”.

 Chueca e Malasaña, coladinhos um no outro, são uma Madri desencanada, divertida, ótima opção de hospedagem e passeios fora do clichezão convencional.

Casarão no bairro de Chueca, uma vizinhança tradicional que virou sinônimo de vanguarda e reduto LGBT
Passei uma semana hospedada em Chueca, agora em janeiro, e me diverti um bocado pela vizinhança. O bairro, assim como seu vizinho Malasaña, não tem nenhuma atração turística blockbuster. A graça é bater pernas, descobrir cantinhos interessantes, fuçar brechós, ir traçando o próprio mapa. Veja só o que encontrei por lá:

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Rio de Janeiro: hospedagem em Botafogo

O cenário da minha temporada carioca mais recente
Faz tempo que sou frequentadora de Botafogo — e já morei ali do lado, no Flamengo. Fazia tempo que vinha planejando me hospedar no bairro em alguma das minhas passagens pelo querido Rio de Janeiro. Gosto muito da área, que mantém o astral de “vida real”, menos impregnado pela trepidação turística, mas ao mesmo tempo pertinho de todos os cartões postais e de cara para alguns dos mais bonitos, como você vê na foto de abertura do post.

Nessa visita mais recente ao Rio (de 30/03 a 02/04), pintou a oportunidade. O Novotel Botafogo, inaugurado para a Olimpíada, estava com preços razoáveis e fica bem no miolinho que eu mais curto no bairro: de cara para a Enseada de Botafogo, a um pulo do Espaço Itaú de Cinema, do Botafogo Praia Shopping e do Metrô.

Também não fica longe da minha principal motivação para essa visita ao Rio, que foi os shows de James Taylor e Elton John, na Praça da Apoteose (Sambódromo), no sábado, 01 de abril.

Foram quatro dias deliciosos e as escolhas do hotel e do bairro contribuíram muito pra isso. Veja como foi minha experiência: