5 de outubro de 2018

Nova York no cinema - e o cinema em Nova York

Nova York, uma cidade que é enredo, cenário e personagem 
Se eu tiver que chutar o lugar do mundo que mais coleciona referências às minhas paixões, Nova York ganha de lavada. As artes visuais, a literatura, a música, o jornalismo e a boemia estão impregnados daquela cidade — e ela deles. Mas o melhor mesmo é ver Nova York no Cinema — e o Cinema em Nova York.

O caso de amor do Cinema com Nova York é especial. Fotogênica até dizer chega, aquela metrópole-síntese é muito mais que locação: é personagem, musa e inesgotável fornecedora de tramas e cenários.

Alguns filmes sobre Nova York valem por um city tour — em Hannah e suas Irmãs (Hannah and her Sisters, Woody Allen, 1996) o tour acontece de verdade. O arquiteto interpretado por Sam Waterston leva as amigas interpretadas por Carrie Fisher e Dianne Wiest para contemplarem suas construções favoritas na cidade.

O roteiro passa por edifícios mitológicos como o Dakota (onde morou John Lennon, cenário de O Bebê de Rosemary), o Rockefeller Center e pela minha paixão, o Chrysler Building, o vizinho mais bonito que já tive na vida (fiquei hospedada do ladinho, na mais recente visita à cidade).

Assista o passeio proposto pelo personagem:


Alguns dos melhores filmes sobre Nova York, porém, sequer se preocupam em mostrar cartões postais. Eles retratam de maneira tão primorosa aspectos da vida na cidade que isso não é necessário. 

Quatro filmes que não precisam mostrar cartões postais para serem muito Nova York
Se Meu Apartamento Falasse (The Apartment, Billy Wilder, 1960) e West Side Story (Jerome Robbins/Robert Wise, 1961) foram quase todos feitos em estúdio.

After Hours (Martin Scorsese, 1985) e Perdidos na Noite (Midnight Cowboy, John Schlesinger, 1969) escolhem exteriores sem glamour para contar suas histórias — e arrasam.

Minha lista de favoritos inclui uma penca de filmes ambientados em Nova York: Taxi Driver, All That Jazz, Annie Hall, The Warriors...
A lista de filmes ambientados ou rodados em Nova York é quilométrica — ouso dizer que literalmente. Daria pra encher um blog inteiro.

Alguns deles estão entre os meu filmes favoritos na vida — Taxi Driver (1976, tem no Now), Annie Hall (1977), All That Jazz (1979), Manhattan (1979), The Warriors (1979), Gloria (1980), Era uma vez na América (1984), Stranger Than Paradise (1984), A Era do Rádio (1987), Faça a Coisa Certa (1989), a dupla Cortina de Fumaça Sem Fôlego (1995)...

Manhattan, de Woody Allen, o espetacular Era uma vez na América, de Sergio Leone, Gloria, de John Cassavetes, e Faça a coisa certa, de Spike Lee

O hilário-melancólico-felliniano A Era do Rádio, de Allen, a dupla Sem Fôlego e Cortina de Fumaça, colaboração entre o diretor Wayne Wang e o escritor Paul Auster - com o luxo da presença de Lou Reed no elenco - e  Stranger than Paradise, de Jim Jarmush
Neste post, selecionei quatro dos cenários novaiorquinos mais amados pelo Cinema para inspirar seus passeios.

Também escolhi cinco filmes rodados em Nova York que adoro e acho a cara da cidade.

Agora, é só apagar a luz, agarrar o saco de pipocas e mergulhar em Nova York, que é sempre um sucesso de público e de crítica.

Bora? Tem um mapa no final do post.

  Cenários - Nova York no Cinema
Ver Nova York no Cinema também ajuda a viajar: os filmes ambientados na cidade funcionam como ótimos guias de viagem. Muito antes de chegar lá pela primeira vez, a gente já tem intimidade com vários cenários, convertidos em ícones da cultura ocidental.


🎬 Empire State Building
Um desses ícones é o Empire State Building, na esquina da Rua 34 com a 5ª Avenida. O arranha-céu já figurou como o mais alto do mundo e é um bichão danado de bonito.

O Empire State foi imortalizado em King Kong (Merian C. Cooper, 1933, disponível no Now) e merecia um Oscar de coadjuvante por sua participação em Tarde Demais para Esquecer (An Affair to Remember, de Leo McCarey, 1957) 😀.

Este último filme inspirou a trama do megassucesso Sintonia de Amor (Sleepless in Seattle, Nora Ephron, 1993 - tem no Netflix), com Tom Hanks e Meg Ryan.


O Empire State aparece em uma penca de outros filmes, muito usado como uma logomarca facilmente reconhecível, avisando à plateia que a trama está ambientada em Nova York

Eu já subi algumas vezes ao terraço do Empire State Building (acho a vista do Top of the Rock mais legal), mas o que eu gosto mesmo é de contemplar esse edifício quase mitológico aparecendo em diversos ângulos na paisagem de Nova York.

O acesso ao terraço do Empire State é por elevadores.

Está aberto todos os dias do ano, das 8h às 2h da manhã.

O ingresso para visitar a plataforma principal (86º andar) e a plataforma superior (102º andar) custa US$ 57.

A entrada de visitantes fica na 5ª Avenida, entre as ruas 33 e 34.


🎬 Grand Central Station
Inaugurada em 1903, Grand Central é de uma fotogenia rara: seu imenso e chiquérrimo hall central, presidido por um mitológico relógio, é figurinha fácil em cenas de cinema — vamos combinar que se os personagens têm que viajar ou pegar o metrô, nada melhor que colocá-los em um set de filmagem em estilo Beaux-Arts cheio de mármores e rebuscamentos.

O hall da Grand Central é o espaço apinhado e indiferente às atribulações de Cary Grant em Intriga Internacional (North by Northwest, Hitchcock, 1959, tem no Now).

As galerias debruçadas sobre o hall de Grand Central são o palco das palpitantes cenas decisivas de Pesadelo na Rua Carroll (The House on Carroll Street, Peter Yates, 1988), e os bastidores da estação são cenários frequentes das aventuras d’Os Homens de Preto (MIB 1, 1977 e MIB 2, 2002).

O arco da Washington Square e o comecinho da 5ª Avenida, no Village
🎬 Washington Square e o Greenwich Village
Por mais que o Greenwich Village fique chique e caro, é impossível dissociar esse bairro de Nova York de sua longa tradição boêmia.

E o cinema adora colocar o Village nas telas, seja em sua versão “original”, boêmia e alternativa, em filmes de época, seja com sua cara contemporânea, gentrificada e elegante.

O bairro é cenário de uma infinidade de filmes, como o fofo Sortilégio do Amor (Bell, Book and Candle, Richard Quine, 1958), onde Kim Novak interpreta uma bruxa moderna (e as cenas externas no "Village" são gravadas em cenários).

O Cinema adora a tradição boêmia do Village
É também a moradia dos jornalistas John Reed (Warren Beatty) e Louise Bryant (Diane Keaton) em Reds (Warren Beatty, 1981), antes que eles se lancem na grande aventura de testemunhar a Revolução Bolchevique de 1917.

É ainda um pouco “protagonista” de Próxima Parada, Bairro Boêmio (Next Stop, Greenwich Village, Paul Mazursky, 1976).

O fato é que o Village é delicioso — visto nas telas ou ao vivo — e merece muito entrar no seu roteiro por Nova York.

É no coração do bairro, a Washington Square, que Sally Albright (Meg Rian) se despede de Harry Burns (Billy Crystal) após a viagem que os trouxe da universidade, em Harry e Sally, Feitos um para o Outro (When Harry Met Sally, Rob Reiner, 1989).

O primeiro (e não muito feliz) encontro entre Harry e Sally acaba em Washington Square. À direita, Al Pacino como Serpico
Washington Square também é um cenário recorrente na nova vida do policial Frank Serpico (Al Pacino), que atua disfarçado como estudante da New York University, ali do ladinho da praça, em um dos melhores filmes policiais já produzidos pelo Cinema (Serpico, Sidney Lumet, 1973).

Outros vizinhos de Washington Square são os recém casados Corie (Jane Fonda) e Paul Bratter (Robert Redford), protagonistas do delicioso Descalços no Parque (Barefoot in the Park, Gene Saks, 1967). Corie é muito mais “Village” que seu marido, um advogado careta e o filme gira em torno dessa tensão.

Robert Redford (finalmente) descalço no parque, com Jane Fonda 
No final (spoiler alert) o espírito do bairro parece vencer e o parque que emoldura o famoso arco do triunfo de Washington Square fornece a grama onde Paul pisa descalço, como uma alegoria de sua decisão de ser menos travado.

O Central Park ainda cinza do inverno, no último abril, fotografado do terraço Top of the Rock, no Rockefeller Center
🎬 Central Park
Taí outro pedaço de Nova York que é figurinha fácil de se encontrar nas telas. Nos 3,4 milhões de metros quadrados do Central Park o Cinema encontra espaço para todo tipo de emoção.

Pode ser o alvorecer de um romance como o de  George Clooney e Michelle Pfeiffer, em Um dia Especial (One Fine Day, Michael Hoffman, 1996), ou o treinamento exaustivo de Dustin Hoffmann (na pista de corrida em torno do Reservatório Jackie Onassis), antes de seu encontro apavorante com um torturador nazista, em Maratona da Morte (Marathon Man, John Schlesinger, 1976).

O Bethesda Terrace, com o lago do Central Park e o restaurante Loeb Boathouse ao fundo: cenário de romance para Clooney e Pfeiffer e de ajuste de contas entre os irmãos Thor e Locke (abaixo)

O Central Park é um dos passeios preferidos de Harry e Sally e cenário para o coro grego de Poderosa Afrodite  (Mighty Aphrodite, Woody Allen, 1995) escancarar seu lado Broadway cantando You do something to me, de Cole Porter (na concha acústica Naumburg).

(Por falar em Harry e Sally, vocês sabem que a famosa cena do orgasmo fake foi filmada na tradicionalíssima Katz's Delicatessen, né? Tem dicas de lá aqui: Onde comer - e o que comer em Nova York).

O parque também é o local onde Thor finalmente leva preso seu irmão do mal Locke, em Os Vingadores (Avengers, Joss Whedon, 2012), no Bethesda Terrasse (depois que os heróis praticamente destroçam a Park Avenue na altura da Grand Central Station, na luta contra o mal). Os Vingadores está disponível no Netflix.

Dustin Hoffmann treinando para sua maratona e Mira Sorvino em Poderosa Afrodite

Harry e Sally curtem o outono no Central Park enquanto Ally MacGraw assiste Ryan O'Neal patinar no Wollman Rink em Love Story
Já que falamos nos Vingadores — e para provar que os brutos também amam o Central Park — John McClane (Bruce Willis) e Zeus Carver (Samuel L. Jackson) protagonizam no parque o que talvez seja a cena de perseguição mais estapafúrdia da história do cinema em  Duro de Matar 3 (Die Hard With A Vengeance, John McTiernan, 1995).

Se você prefere cenas mais docinhas, experimente acompanhar as evoluções de Ryan O'Neal patinando no Wollman Rink, sob o olhar encantado de Ally MacGraw no lacrimoso Love Story (Arthur Hiller, 1970). Veja um trechinho:


🎬 Livraria Rizzoli, um cenário lindo que não existe mais
A Rizzoli Bookstore era considerada uma das livrarias mais bonitas de Nova York. Ficava na Rua 57, entre a 5ª e a 6ª avenidas e teve seu grande momento nas telas de ciname como cenário do primeiro encontro (melhor dizer esbarrão) entre Merryl Streep e Robert De Niro no suave Amor à Primeira Vista (Falling in Love, Ulu Grosbard, 1984).

Protestos tentaram salvar a Rizzoli - em vão. À direita, De Niro e Streep na livraria em uma cena de Amor à primeira vista
Nas minhas visitas a Nova York nos anos 80 e 90 eu adorava dar uma passadinha na Rizzoli para admirar seus belos paineis entalhados e estantes de madeira escura, candelabros e sua elegante escadaria. O acervo também era bem legal e comprei lá vários livros sobre cinema.

Infelizmente, em 2014 a Rizzoli mudou-se da Rua 57, pois o prédio onde estava instalada vai dar lugar a moradias de luxo.

A livraria funciona agora no número 1133 da Broadway, perto do Flatiron Building e do Eataly.

Filmes - o Cinema em Nova York


Hair: o filme já estreou datado, mas sou fã
🎬 Hair (Milos Forman, 1979)
Meu passeio mais eletrizante pelo Central Park não foi em carne e osso. Foi no escurinho do cinema, testemunhando o anúncio do alvorecer da Era de Aquarius na cena de abertura de Hair.  

O filme talvez tenha soado meio anacrônico — em 79, o movimento hippie já era quase que só uma memória e o mundo estava assistindo ao nascimento de outra era, representada pelos yuppies de óculos vermelhos e blazers  com ombreiras gestados em Wall Street.


Mas depois do escarcéu que as montagens teatrais de Hair provocaram pelo mundo, desde a estreia off-Broadway, em 1967, era inevitável sucumbir às peripécias do jovem caipira chega a Nova York, recrutado para lutar no Vietnã, e acaba se envolvendo com um grupo de hippies que pregavam o "faça amor, não faça guerra".

Os cenários mais fotogênicos de Nova York em Hair estão no Central Park: o Bethesda Terrace, com sua famosa fonte, e o gramadão da Sheep Meadow. Tem uma cenas em Washington Square, no Greenwich Village, também.

A cena-ícone com Marilyn foi gravada na Avenida Lexington, entre as ruas 52 e 53
🎬 O Pecado Mora ao Lado (The Seven Year Itch, Billy Wilder, 1955)
Pra mim, antes de ser um meio de transporte, o metrô de Nova York era a engrenagem que fazia o vestido de Marilyn Monroe flutuar nessa deliciosa comédia com um toque de ousadia (para os padrões da época) e a rescendendo à finíssima ironia de seu genial diretor, Billy Wilder.

Marilyn interpreta a vizinha gostosa que atiça o desejo de Tom Ewell, um convencional pai de família classe média enredado na atração e pânico provocados por ideias de infidelidade, enquanto a esposa e filhos passam o verão fora da cidade para fugir do calor.

A maior parte do filme é rodada em estúdio (muito da trama se passa nos apartamentos dos personagens. A cena do vestido esvoaçante é uma das mais conhecidas do cinema e foi rodada na Avenida Lexington, entre as ruas 52 e 53. 

Todo mundo ama Holly Golightly
🎬 Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s, Blake Edwards, 1961)
Com todos respeito à relevante função utilitária das escadas de incêndio dos velhos edifícios da cidade, pra mim elas serão sempre um balcão onde Audrey Hepburn pode arranhar um violão e cantar a minha canção favorita (Moon River).

Hepburn fez história interpretando Holly Golightly, a alpinista social meio desmiolada, a foragida de uma vidinha ordinária em alguma cidade modorrenta que toca a vida em Nova York, aceitando ajuda de senhores ricos enquanto caça um bom partido pra chamar de seu.

Mesmo assim, todo mundo ama Holly Golightly – menos Truman Capote, autor do livro que inspirou o filme e queria Marilyn Monroe no papel.

Nova York está inteirinha na tela em Bonequinha de Luxo. A 5ª Avenida traduzida na elegância da joalheria Tiffany’s & Co., a Biblioteca Pública (um cenário recorrente nas telas), a vida social feérica de tempos idos e até um pouquinho de city tour — quando Holly e Paul Varjack (George Peppard), seu vizinho e crush aspirante a escritor, se desafiam a passar o dia fazendo coisas que nunca fizeram antes.

Nesse roteiro de estreias, tem passeio diurno pela 5ª Avenida, uma visita à Tiffany’s (esquina da 5a com Rua 57), Holly sendo apresentada à Biblioteca Pública (na esquina da 5ª com a Rua 42) e até roubo de quinquilharias.

O filme é uma delícia e, se você ainda não viu (duvido!), saiba que tem no Netflix.

Griffin Dunne não tem ideia na confusão em que vai se meter
ao ir atrás de Rosana Arquette

🎬 After Hours (Martin Scorsese, 1985)
Esta pode até ser considerado uma obra menor de Martin Scorsese, mas eu adoooooro.

After Hours é uma alegoria sarcástica sobre os piores medos que um cara convencionalão da classe média sente diante do universo das tribos mais alternativas. Um pesadelo interminável, que me arrancou gargalhadas todas as vezes que assisti o filme — e foram várias.

Nem dá pra contar a quantidade de desgraças que se sucedem ao caretinha Paul Hackett (Griffin Dunne) na noite em que ele decide ir ao bairro do SoHo — na época, uma vizinhança totalmente avant garde, pra dizer o mínimo, muito menos chique do que hoje em dia — atrás de uma garota que conheceu em um café (Rosana Arquette).

A saraivada de atribulações e riscos de vida que se abate sobre ele no meio daquela gente esquisita não deixa Hackett respirar — nem a plateia. 

Definitivamente, o SoHo dos anos 80 não era lugar para um moço comportado
No Brasil, After Hours recebeu o título idiota de “Depois de Horas”, tradução literal da expressão que, na verdade, significa “Tarde da Noite”.

O filme é a cara da Nova York que eu conheci e amei nos anos 80, uma cidade suja, perigosa, desafiadora, profundamente original e criativa. Nas locações, não espere cartões postais, mas as ruas, as baladas e a fauna urbana de um SoHo muito menos fotogênico e totalmente instigante.

After Hours deu a Scorsese seu único prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes, em 1986.

O cineasta, nova-iorquino da gema (nascido e criado no Queens) é um grande cronista de sua cidade, como provou em Taxi Driver, Mean Streets e Os Bons Companheiros (Goodfellas).

Madonna e Rosana Arquette estela Procura-se Susan Desesperadamente. Nas fotos menores, Robert Joy (Jim)
 e Aidan Quinn (Dez) tentam acompanhar o ritmo das minas
🎬 Procura-se Susan Desesperadamente (Desperately Seeking Susan, Susan Seidelman, 1985)
Outro filme que é a cara de Nova York nos meus saudosos anos 80, este marca a estreia de Madonna no Cinema, interpretando uma Susan sexualmente livre, totalmente indisposta a ser convencional ou domável.

Sem contar o visual que ela trouxe para as telas, vestindo cuecas samba canção sobre meia-calça de rendas, jaquetas de couro detonadas e lacinhos de tule.

No filme, a dona de casa careta Roberta (Rosanna Arquette, ela de novo) vislumbra uma vida menos ordinária acompanhando os encontros de Susan (Madonna) com o namorado, que são marcados pelos classificados de um jornal — é, queridos, sem Facebook a vida era mais trabalhosa...

“Procura-se Susan desesperadamente” era a senha para os encontros do casal. Um dia Roberta resolve ir ver de perto os personagens que acompanha tão sofregamente. Uma série de confusões levam a um acidente, ela perde a memória e, confundida com Susan, não tem como duvidar — taí a chance pra Roberta viver aquela outra vida que lhe parece tão mais divertida que a sua.

A locação mais fotogênica deste filme é o Battery Park, local de um dos encontros de Susan com o namorado. O East Village, que era o "bairro New Wave", também desfila. O melhor city tour do filme, entretanto, é pela estética e pelo modo de vida que fez o charme da Nova York de então.



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