terça-feira, 29 de março de 2016

Roteiro e dicas práticas: 7 dias na Colômbia
por Bogotá e Villa de Leyva

O coração da Bogotá antiga é a Praça de Bolívar, na Candelária. Antiga sede do mercado, nos tempos coloniais, reúne a Catedral (à direita), a sede da Suprema Corte (esquerda) e o Parlamento da República da Colômbia
Não é de hoje que a Colômbia está se consolidando como um destino queridinho dos brasileiros. Motivos pra isso não faltam: o país tem uma imensa diversidade de paisagens — montanhas e Caribe, só pra citar duas maravilhosas —, belezas naturais até dizer chega, um patrimônio histórico riquíssimo, culinária sedutora e preços muito em conta.

Já tinha estado na Colômbia em 2007, concentrando meu roteiro em Cartagena, com uma escapada inesquecível às Ilhas do Rosário. Voltei de lá encantada e prometendo retornar logo para explorar melhor a interessantíssima Bogotá e para descobrir um pouco mais do país.

Villa de Leyva, na região de Boyacá
Demorou, mas lá fui eu de novo, nesta folga da Semana Santa. Desta vez, aproveitei bastante a capital, com uma fugida de três diz à belíssima Villa de Leyva, um povoado colonial na região de Boyacá. O resultado é que já estou planejando nova viagem para esse país maravilhoso e tão pertinho do Brasil. Paixão define  — e cuidado ao ler este post, porque esse amor é grudento e contagioso 😊.


O Bairro da Candelária, em Bogotá, é um charme de ruas estreitas, casarões antigos e astral descolado

Como viajei
Para quem está em Brasília, a melhor maneira de chegar a Bogotá é pela Copa Airlines, com conexão na Cidade do Panamá. Encontrei um bilhete na casa do R$ 1.500 (uma pechincha, considerando-se os preços que estavam sendo cobrados para ir a Salvador, no mesmo período). Pesquisando agora várias datas aleatórias, é possível encontrar passagens entre R$ 1.100 e R$ 1.600.

A Avianca e a Tam/Lan voam direto para Bogotá a partir de Guarulhos, nessa mesma faixa de preços.

Minha viagem de Brasília a Bogotá durou cerca de 10 horas (seis horas até o Panamá, mais a espera pela conexão e uma hora e meia de voo do Panamá à capital colombiana). Uma boa pedida para quem tem tempo é fazer um stopover para ver o Canal do Panamá e o Centro Histórico da capital panamenha — eu, que já fiz inúmeras conexões por lá, estou me devendo esse passeio.

Francamente inspirada em Gaudí e na Casapueblo de Vilaró, em Punta del Este, a Casa de Terracota (ou Casa de Barro, como simplificam os locais) é uma das atrações dos arredores da Villa de Leyva
Quantos dias
Cabem 7,5 colômbias no território brasileiro, mas não se engane: o país rivaliza com o Brasil na variedade de cenários e culturas. A não ser que você esteja num longo período sabático, dificilmente vai completar todas as figurinhas desse riquíssimo álbum de atrações. Tem a Colômbia Amazônica, a Colômbia Andina, o Caribe, a região do Pacífico e a região do Rio Orinoco, que está na minha lista para a próxima aventura por lá.

Na minha primeira viagem à Colômbia, fiquei oito dias: quatro em Cartagena, três nas Ilhas do Rosário e apenas um em Bogotá — o que me deixou frustradíssima, pois bastou um passeio pela capital para perceber o quanto a cidade merece ser explorada com mais tempo.

O Parque de la 93, em Chapinero, é um espacinho gostoso pra relaxar ao ar livre e está cercado de bons restaurantes
Desta vez, fiz uma viagem de sete dias (de sábado a sábado), com as três primeiras noites hospedada no Bairro da Candelária (Centro Histórico), duas noites na Villa de Leyva e mais duas noites em Chapinero, região moderna e elegante (bem equivalente aos Jardins, em São Paulo) de Bogotá. Acho que a fórmula ficou bem redondinha.

Meu roteiro
O voo de Brasília chega de manhãzinha ao Panamá
Sábado, 19/03 - o voo da Copa Airlines sai de Brasília às 2 da manhã e chega ao Panamá às 6h, no horário local. Tive duas horas de espera entre os voos e mais uma hora e meia de viagem até Bogotá. Por volta do meio dia, já estava no hotel, no bairro da Candelária.

Aqui, um aviso: a política dos hotéis locais é super rígida com o horário de entrada, impreterivelmente a partir das 15 horas. Se você for chegar cedo à cidade, especialmente depois de passar a noite no avião, considere pagar pelo early check-in ou mesmo por uma diária a mais, para ter acesso imediato ao apartamento.

Museu Botero, no Bairro da Candelária
De domingo, 20/03 ao meio dia de terça, 22/03 - Bogotá, principalmente na região do Centro Histórico (bairros da Candelária e de Las Águas) para ver os museus (Botero, de Arte, as custódias riquíssimas da Casa da Moeda), as magníficas igrejas (Catedral, Candelária, São Francisco, San Agustín, Ordem Terceira de São Francisco, Las Águas e Vera Cruz), e curtir o astral da área.

Botero & Companhia: os museus do Banco da República da Colômbia
Arte e história: 6 igrejas de Bogotá

No domingo, dei uma fugidinha para ver o Mercado de Pulgas de Usaquén, bairro afastado do Centro, antigo vilarejo absorvido pela metrópole que guarda muito de seu encanto provinciano. Veja como foi:

Domingão em Bogotá: a feira de Usaquén

À noite, aproveitei para ver um espetáculo da programação do Festival Ibero-Americano de Teatro de Bogotá, um dos eventos do gênero mais importantes do mundo, realizado a cada dois anos na cidade. Foi a deixa para conhecer por dentro uma maravilha da Belle Époque, o Teatro Colón, que você também pode explorar em uma visita guiada:

Belle Époque em Bogotá: o Teatro Colón

Pirei nas câmeras fotográficas antigas expostas no Mercado de Pulgas de Usaquén - e lembrei da minha amiga Paula Brum, do blog Mochilinha Gaúcha, que faz coleção 😉

Esse vale a viagem - nem que você tenha que ir a pé:
Museu do Ouro de Bogotá
Terça, 22/03 – Logo de manhã fui ver o magnífico Museu do Ouro e por volta das 12:30h já estava na Rodoviária para pegar o ônibus das 13h horas para a Villa de Leyva. A viagem num ônibus mambembe durou cerca de 5 horas.

Minhas impressões sobre o Museu do Ouro de Bogota

Quarta, 24/03 – Villa de Leyva (preciosidade fundada no Século 16) e arredores. Incrível como uma cidadezinha tão pequena consegue ter tanta coisa legal pra ver e ainda ter um monte de atrações nos arredores (a Casa de Terracota, uma espécie de Casapueblo de argila, o mosteiro dominicano de Ecce Homo, do Século 17 e o Sítio Arqueológico de Monquirá, ou El Infiernito, um observatório astronômico pré-colombiano).

Villa de Leyva: dicas práticas de um encanto da Colômbia colonial
Onde comer em Villa de Leyva
O que fazer em Villa de Leyva
O museu do mosteiro colonial de Ecce Homo

A melhor coisa para fazer em Villa de Leyva é ficar horas embasbacada, olhando para a magistral Plaza Mayor, 14 mil metros quadrados de estupenda beleza colonial. Como peguei a lua cheia por lá, as sessões de contemplação iam longe....  Também valem a visita os museus Casa de Antonio Nariño, Casa Luis Robero Acuña e Casa de Antonio Ricaurte, nem tanto pelos acervos, que são simples, mas para ver por dentro esses belos casarões coloniais e ter uma boa ideia da vida cotidiana que transcorria entre suas paredes.

Saiba mais sobre esses museus neste post:
A história da Colômbia em três museus de Villa de Leyva

A Plaza Mayor de Villa de Leyva
Quinta, 25/06 - Passeinho de despedida por Villa de Leyva e retorno a Bogotá no ônibus das 13 horas, viajando em uma empresa mais estruturada. Era para ter chegado à capital às 15:30, mas tivemos um acidente sem maiores consequências (fora o atraso monstro) na estrada. Hospedagem no bairro de Chapinero.

Sexta , 27/03 – Explorei o bairro de Chapinero em ritmo de feriado, com direito a cineminha, relax no Parque de la 93 e jantarzinho gostoso.

Sábado, 27/03 – Volta pra casa. O voo para o Panamá saiu ao meio dia (14 horas, no Brasil). Conexão de duas horas no Aeroporto de Tocumen, no Panamá, e chegada a Brasília à meia noite.

Onde me hospedei
Vou escrever posts detalhadinhos sobre cada hotel, mas adianto que gostei muito das minhas escolhas. Fiz uma comparação entre as duas experiências de hospedagem (no Centro Histórico e na parte moderna da cidade) neste post:

Candelaria ou Chapinero: onde é melhor ficar em Bogotá?

O Hotel de la Ópera, coladinho ao Teatro Colón e meu quarto lindão pra brincar de voltar no tempo
No bairro da Candelária, em Bogotá, fiquei no Hotel de la Ópera, preciosa dica da minha colega de trabalho Giselle Chassot, que tinha se hospedado lá há cerca de um ano. O lugar é simplesmente maravilhoso, um casarão antigo, vizinho de parede do Teatro Colón, a uma quadra do complexo de museus do Banco da República (Museu Botero, Museu de Artes) e do Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez.

O pátio interno do Hotel de La Ópera
Apesar de ser um cinco estrelas (o único da Candelária), o Hotel de la Ópera tem preços bastante pagáveis (comparando com hotéis bem menos bonitos e confortáveis no Rio, por exemplo). Os quartos são encantadores, a gente se sente voltando no tempo.

Mais sobre esse hotel: 
Hospedagem em La Candelaria: Hotel de la Ópera

Em Villa de Leyva, não tinha qualquer referência. Escolhi a hospedagem pelo Booking e também acertei. Também instalado em um antigo casarão colonial, o Hotel Antonio Nariño é administrado pelos proprietários, que cuidam de todos os detalhes pessoalmente. As acomodações são simples, mas bastante confortáveis, e a acolhida é de casa de amigos.

Mais sobre a hospedagem no Hotel antônio Nariño
Villa de Leyva: dicas práticas de um encanto da Colômbia colonial


O espaço liberado para fumantes e meu quarto no Best Western Plus, em Chapinero
O retorno a Bogotá, segui uma indicação de Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, e fiquei no excelente Best Western Plus 93 Park Hotel, em Chapinero, cinco estrelas com preço de hotel básico (novamente, comparando com o Brasil) a uma quadra do Parque de la 93 e cercado de restaurantes bacanérrimos.

Como foi a minha experiência na parte nova de Bogotá:
Hospedagem em Chapinero: Best Western Plus 93 Park Hotel

Como circular em Bogotá
Uma estação do Transmilenio
 que fotografei a bordo do táxi que me levou do aeroporto ao hotel
O transporte público de Bogotá já é meio folclórico, por conta das famosas busetas, micro-ônibus permanentemente apinhados de gente e eternamente enganchados no trânsito infernal da metrópole — segundo estimativas, a capital colombiana já pode ter passado dos 12 milhões de habitantes, embora o último censo lhe atribua 8 milhões de moradores.

Na contramão desse aperto, há o Transmilenio, moderno sistema de ônibus que circulam em corredores próprios. São oito linhas cortando a cidade com agilidade e conforto, chegando inclusive ao Aeroporto Eldorado.


A melhor notícia, porém é que os táxis de Bogotá têm tarifas bem palatáveis. Paguei COP 25 mil, ou cerca de R$ 30, para ir do Aeroporto até o Bairro da Candelária (cerca de 14 km). De dia, andei muito a pé. À noite e para lugares mais distantes, como o bairro de Usaquén, usei e abusei dos táxis.

Segurança em Bogotá
Já contei aqui no blog que em 2007 ainda era comum os hotéis da capital colombiana fazerem questão de oferecer trânsfer de e para o aeroporto a seus hóspedes — e que o trânsfer do meu hotel, naquela ocasião, era um micro-ônibus “equipado” com um pastor alemão mal-humorado e um segurança humano armado até os dentes.

Não deixe de entrar na Igreja de São Francisco para ver o magnífico altar dourado e a suntuosa decoração
Prepare-se para ficar de queixo caído na Igreja de São Francisco
Naquela época, a cidade já respirava aliviada com o refluxo da onda de sequestros e atentados promovidos pelos cartéis do tráfico e das guerrilhas, mas o turismo local precisava desse tipo de pantomima para acalmar os turistas que começavam a aparecer por lá.

Hoje, ninguém mais circula em Bogotá pensando nesse tipo de risco e o verdadeiro enxame de policiais e de efetivos do Exército que se vê pelas ruas já seria suficiente para acalmar o coração dos mais medrosos.

Mas é fundamental destacar que a criminalidade comum não é incomum em Bogotá. Batedores de carteira são o principal risco, especialmente em áreas de grandes aglomerações, mas também ocorrem assaltos — normalmente com armas brancas.

"La Pola", a heroína da independência colombiana Policarpa Salavarrieta, fuzilada pelo exército espanhol aos 22 anos de idade, homenageada com uma estátua no Bairro de Las Águas. À direita, o altar da Igreja da Candelária
“Evite andar à noite por ruas escuras e desertas” parece chavão, mas é um mantra bem útil a ser recitado e praticado na capital colombiana.

Por outro lado, evite entrar na paranoia que os funcionários dos hotéis tentam incutir nos turistas. Se eu fosse seguir à risca as instruções que me deram, teria passado sete dias trancada no quarto, embaixo da cama, e com uma barricada de móveis na porta, rsss — curiosa, a Colômbia: o governo gasta rios de dinheiro em propaganda dizendo aos turistas que o país é seguro. Mal colocamos os pés lá, os profissionais do turismo se esforçam horrores para nos convencer do contrário.

Procurando um meio termo: em Bogotá, lembre-se que você está em uma gigantesca metrópole de país em desenvolvimento, faça de conta que está no Rio (ou em São Paulo, ou em Salvador), tome os cuidados clássicos e se jogue. Eu andei um bocado por lá e jamais me senti ameaçada. É só ficar esperta.

Um aviso importante: logo no desembarque em Bogotá, recebi uma nota falta de COP 50.000 em um aloja do Free Shop do Aeroporto El Dorado.  Isso só reforça a necessidade de muito cuidado com os lugares onde se faz câmbio na cidade.

Lei mais sobre isso: O golpe da nota falsa no aeroporto de Bogotá

Um pequeno Stonehenge: o observatório astronômico de Monquirá, ou El Infiernito, nos arredores de Villa de Leyva
Segurança em Villa de Leyva
 Se o seu sonho é dormir na praça, com passaporte, dinheiro e cartões de crédito à vista do público, esse é o seu lugar. A cidadezinha é tão segura que parece que fica na Grécia 😊.

Preços
O peso colombiano (abreviado como COP) é uma moeda cheia de zeros, mas se você cortar os “mil”, vai notar que ele quase empata com o real (1.000 COP equivalem a R$ 1,20, atualmente. O dólar estava custando 3.100 COP). Pra facilitar o cálculo, divida o valor das coisas por mil e acrescente 20%, sempre que quiser comparar os preços.

Em geral, achei os preços bem palatáveis na Colômbia. O táxi mais caro que paguei foi de Chapinero ao aeroporto, 35.000 COP (R$ 42) por um percurso de 18 km, distância similar à da minha casa ao aeroporto de Brasília, corrida que já custa cerca de R$ 60.

A lindeza do claustro colonial do Mosteiro Dominicano de Ecce Homo, do Século 17, nos arredores de Villa de Leyva
Uma ótima refeição com entrada, intermezzo, prato principal e bebidas no restaurante do hotel onde estava hospedada, um cinco estrelas, custou 60.000 COP (R$ 72). E a diária no bacanérrimo Best Western Plus (categoria superior dessa cadeia de hotéis) custou 220.000 COP (R$ 264), com reserva feita de última hora. A entrada no magnífico Museu do Ouro custa ínfimos 3.000 COP (R$ 3,60, mais barato que algumas passagens de ônibus em Brasília)

Em Villa de Leyva, achei os preços um pouquinho inflacionados em relação à capital (meu hotel simpático, mas simplesinho, tinha diárias de 190.000 COP (R$ 228) e os museus, muito modestos, custavam entre 7.000 COP (R$ 8,40) e 6.000 COP (R$ 7,20). Mesmo assim, fiz uma ótima refeição em um restaurante bem elegante, com vinho, sobremesa e dose oceânica de xerez para acompanhar o café por cerca de 40.000 COP (R$ 48).

Villa de Leyva fica em uma região que concentra uma riqueza imensa de descobertas paleontológicas. O Museu El Fosil exibe alguns desses achados
Nos próximos posts, vou contar em detalhes todas as coisas bacanas que encontrei nesta viagem à deliciosa Colômbia. Enquanto eu vou escrevendo, aposto que você já está fazendo as malas pra embarcar pra lá. Aproveite e dê uma olhadinha nas dicas que trouxe da minha viagem de 2007:

Leve adaptador de tomadas
As tomadas colombianas são "chatinhas"
Se você se acostumou, como eu, a conectar os aparelhos com plugs de dois pinos redondos na maioria das tomadas europeias, vai ser despertada para a realidade assim que antrar no hotel em Bogotá - acredite, eu esqueci de levar meu adaptador universal de tomadas e tive uns 15 segundos de pânico com a ideia de não conseguir carregar a minha tralha tecnológica.

Por sorte, consegui um adaptador emprestado com o hotel até conseguir comprar um. Pra não tomar o mesmo susto que eu, vá prevenida: as tomadas colombianas têm pinos achatados, similares (mas não iguais) às tomadas americanas.
 

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11 comentários:

  1. Bem completo o post, Parabéns! Voltei apaixonada por Bogotá e não é à toa que já fui duas vezes à Colômbia! Volto outras... Obrigada por fazer eu reviver a viagem! Bj

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  2. Oi, Cyntia. Tudo bem? :)

    Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Bóia – Natalie

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  3. Cyntia, estou apaixonada por essa cidadezinha querendo embarcar amanhã........Ainda não tinha ouvido falar dela, mas é lugar cheio de história

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    1. Lilian, você vai adorar. Quando a gente pensa em cidade colonial na Colômbia, Cartagena é a principal referência, mas Villa de Leyva merece muito a visita. São astrais diferentes - uma é caribenha, a outra é da Sierra - mas o encanto é similar :)

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  4. Gostei muito do post!!!
    Comprei passagens pra Bogotá na promobug da Copa (R$ 470 reais ida + volta com taxas inclusas) e estou indo com meu marido em agosto. Como foi uma promoção relâmpago, comprei sem pesquisar direito o tempo ideal e acabamos decidindo por ficar 6 noites na Colômbia. Assim, mesmo após muito pesquisar, ainda estou em dúvida no roteiro…é o seguinte:
    chego em Bogotá no dia 11/08 à noite (20h) e volto no dia 17/08 de meio dia. Tenho, portanto, 5 dias inteiros…vc acha que é viável ir pra Medellín (ou outro destino) no dia 14 à tarde para voltar no dia 16 à noite (ficando, portanto, 2 dias e uma manhã em Bogotá e 2 dias e uma noite em Medellin)? Ou seria mais interessante ficar apenas em Bogotá, pra conhecer com mais calma as atrações da cidade? Meu receio é ficar tempo demais em Bogotá e não ter tanta coisa pra fazer…mas também tenho medo de ir pra Medellín e não compensar, pelos deslocamentos (hotel/aeroporto/hotel), tempo perdido em aeroporto e nos check-in/check-out em hoteis, além do gasto com táxis…
    Enfim, qual seria o roteiro que você sugeriria para mim, contando com 5 dias inteiros na Colômbia, sendo o voo de chegada e saída em Bogotá?
    Desde já agradeço!

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  5. Nossa, que difícil opinar, rsss. Cinco dias em Bogotá pode ser muito ou pouco tempo, dependendo do seu jeito de viajar. Do mesmo jeito, Dois dias podem ser suficientes ou um período muito apertado... O que eu sei é que em uma estadia de cinco dias, fazer um deslocamento para outra cidade pode ser muito cansativo e tomar um tempo precioso.

    Antes de decidir uma ida a Medelín ou outro destino, dê uma olhada nas excursões de bate e volta que você pode fazer partindo de Bogotá, que podem ser uma boa opção de atividade sem o perrengue de trocar de hotel, etc

    Sites como Getyourguide e Viator oferecem um cardápio variado de possibilidades, que podem ser compradas online.

    Abs

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  6. Hum, vou dar uma olhada sim! Muito obrigada pela dica e pela atenção! E parabéns pelo blog :)

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  7. Pensei no seguinte roteiro: De 11/08 à noite até o dia 15/08 de manhã em Bogotá (3 dias inteiros, portanto); dia 15/08 pela manhã viagem a Villa de Leyva, com volta no dia seguinte (16/08) à tarde. Que tal?

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    1. Villa de Leyva é muito fofa, acho que vc vai gostar. Se você conseguir sair cedo, pode ser uma fugida legal. Preste atenção pra não pegar o ônibus pinga pinga, que demora 5 horas. Veja as dicas aqui neste post > http://www.fragatasurprise.com/2016/04/villa-de-leyva-colombia.html?m=0

      Aproveite a Colômbia. É um país adorável :)

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  8. Boa noite. To com viagem marcada para 4 dias em BOGOTÁ e 3 dias em SAN ANDRES para janeiro de 2018. Tô com muitas dúvidas de quanto levar para a vaigem, terai algum conselho? Outra dúvida é sobre um taxa que o aeroporto de BOGOTÁ cobra assim que chegamos lá (li que é em dólar, 32 dólares por pessoa) existe mesmo essa taxa, é realemente este valor?

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    1. Taxa na chegada? Fui a Bogotá duas vezes (2007 e 2016) e não me cobraram nenhuma taxa no desembarque. Aliás, em nenhum aeroporto onde onde eu tenha desembarcado.
      Achei os preços em Bogotá bem razoáveis. Aqui no blog tem os preços de atrações, táxis e refeições e vc pode ter uma ideia geral.
      Abs

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