14 de setembro de 2014

Dicas de Paris - o que saber para organizar sua visita

Place des Vosges, Paris
A Place des Vosges é séria candidata 
ao título de meu cantinho preferido em Paris
Clichê ou não, Paris jamais é citada sem ao menos a sugestão de um suspiro. Mesmo quem ainda não foi, já sabe de cor vários encantos da capital francesa. Não é à toa que, entra ano sai ano, ela está sempre entre as cidades campeãs em número de visitantes.

Paris é fácil ou difícil, dependendo da pesquisa que você reúna sobre ela, antes de chegar. Neste post eu organizei as minhas dicas de Paris, com informações práticas importantes pra você organizar sua visita.

Vista noturna de Paris
Paris à noite: quem resiste?
São dicas de como chegar a Paris, como ir do Aeroporto Charles de Gaulle (a porta de entrada mais frequente para brasileiros) ao centro da cidade, por exemplo.

Também tem uma avaliação sobre a melhor área para de hospedar em Paris — Centro ou bairro, onde é mais legal? —, duas dicas de hotel, a melhor época para visitar a capital francesa, dicas de transporte e de chip de internet.

Paris: Rio Sena, Ponte de Notre Dame e a Conciergerie
Um dos meus ângulos favoritos da cidade: 
a Pont de Notre Dame e as torres pontudas da Conciergerie
Espero que as minhas dicas de Paris ajudem sua viagem a ser um sonho realizado. E se você quiser saber mais sobre o roteiro dessa viagem, dá uma olhada aqui: 25 dias na Europa - Roteiro: Paris, Bruxelas, Londres e as belezas da Irlanda.

Paris vista do alto do Arco do Triunfo
A cidade vista do alto do Arco do Triunfo
➡️Como chegar a Paris
Esta viagem foi feita quando a Air France tinha três frequências semanais (às segundas, quartas e sextas) entre Brasília e Paris, sem escalas.

Esse voo não existe mais, mas a Air France continua voando para Paris de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Paulo e Guarulhos. De outras cidades, os voos com conexão são operados em parceria com a Gol.

Todas as grandes companhias europeias que operam no Brasil oferecem voos com conexão para Paris.

Entre as empresas brasileiras, a Latam tem voo direto para Paris.

Ópera Garnier, Paris
A Ópera Garnier, ponto de parada 
do RoissyBus, uma das alternativas baratas 
para quem vem do aeroporto
➡️Como ir do Aeroporto Charles de Gaulle ao Centro de Paris
O Aeroporto Paris-Charles de Gaulle recebe a maioria dos voos internacionais e fica a 25 km do centro da capital francesa (considerando a Catedral de Notre Dame como "centro", já que ela é o marco zero da cidade).

➡️ Em viagens anteriores, quando estava sozinha, sempre fiz o trajeto do Charles de Gaulle para o Centro com o trem RER B (passagem a € 9,10), que faz o percurso em cerca de 30 minutos.

O aeroporto de Paris é bem sinalizado e não é difícil achar a estação do RER. Difícil é sair do trem lotado com a mala, quando a viagem é feita em horário de pico — na minha primeira vez em Paris, eu quase não consigo.

➡️ Outro jeito econômico de ir do aeroporto ao Centro de Paris, pra quem está sozinha, é o RoissyBus (€10), que tem parada ao lado da Ópera Garnier.

➡️ Mas se você está viajando com mais alguém,  o táxi (na casa dos €50)  já começa a ser uma opção muito melhor. 

Lembre-se que nem o RER, nem o ônibus da Air France (€17), nem o RoissyBus vão lhe deixar na porta do hotel, o que vai lhe obrigar a pegar um táxi no centro ou fazer o resto do deslocamento de metrô — que é ótimo, mas nem sempre as estações têm escadas rolantes, o que torna o subir e descer com as malas uma agonia.

Na chegada de Brasília, nosso táxi do Charles de Gaulle até o 11º Arrondissement custou €54.

Paris, Catedral de Notre Dame
A Catedral de Notre Dame é o marco zero de Paris
➡️Transfer do Aeroporto Charles de Gaulle ao Centro de Paris
Na chegada de Dublin (sim, essa foi uma viagem com duas chegadas a Paris!!), experimentamos o transfer da empresa Minha Paris, que nos foi oferecido como cortesia.  

Achei muito confortável já encontrar o motorista nos esperando no portão de desembarque e não ter que pegar a fila do táxi, ainda mais que chegamos à noite (cerca de 21:30h). 

O serviço custa € 95 para uma ou duas pessoas (€ 120, para três ou quatro passageiros e €145 para grupos entre cinco e oito pessoas).

Pela praticidade e pela educação do motorista que nos atendeu, pode ser uma ótima pedida de você estiver viajando com um pouquinho mais de folga no orçamento.

Fachadas do 11º Arrondissement, em Paris
Fachadas na vizinhança do meu hotel, no 11º Arrondissement e uma das "nossas" estações de metrô, a Richard Lenoir (abaixo)
Paris, Metrô Richard Lenoir, 11º Arrondissement

➡️ Onde se hospedar em Paris: Centro ou bairro?
Nesta viagem, pude testar as duas opções. Na primeira parada em Paris (cinco noites), escolhi o Gardette Park Hotel, no 11º Arrondissement, em uma área residencial.

O hotel fica pertinho do Marais e da Praça da Bastilha e, ao mesmo tempo, imerso em uma atmosfera mais de vida normal.

Adorei a experiência de me hospedar do 11éme. Rapidamente, ficamos íntimos do café da esquina (os frequentadores conversam entre si e lhe incluem na conversa), da boulangerie/patisserie que serve delícias a preços decentes (nossos cafés da manhã pantagruélicos jamais custaram mais que €4 por cabeça) e do bistrô do quarteirão, onde a dona cumprimenta com beijinhos e senta de mesa em mesa para dois dedos de prosa.

patisserie em Paris
"Nossa" confeitaria, Le Saint Georges, na esquina da Rue de Chemin Vert com o Boulevard Voltaire, a uma quadra do hotel
Na volta de Dublin, passamos mais três noites (dois dias) em Paris e, por comodidade, escolhi ficar perto da Ópera, já que pretendia fazer uma comprinhas (sim, nem eu resisto!).

Escolhi o Hotel Les Plumes, outro moderninho, instalado em um edifício antigo e também muito bem restaurado, quase na esquina da Estação Cadet do metrô. A área é muito mais movimentada, mas menos calorosa.

Paris: cartazes convocando manifestações contra a extrema-direita
Cartazes convocando para uma manifestação 
contra a extrema direita no Boulevard Beaumarchais

Paris, Boulevard Richard Lenoir, 11º Arrondissement
Parque infantil no Boulevard Richard Lenoir 
➡️ Como é a hospedagem em Paris em uma área residencial

Os restaurantes nos bairros fecham muito mais cedo do que no Centro. Depois das 21h, 21:30h, já era bem difícil conseguir jantar. Nas três noites que ficamos alojados perto da Ópera (Centro), já sentimos a diferença na chegada: passava das 23 horas e os restaurantes da vizinhança nem davam sinal de querer fechar.

Gasta-se um pouco mais de tempo para chegar às grandes atrações parisienses.

Quem faz um gênero mais medroso talvez não se sinta bem voltando tarde para o hotel, pois as ruas ficam mais vazias (embora tendam a ser mais seguras que as do Centro).

Para uma estadia mais longa - e para quem já conhece Paris -  experimentar o climinha mais acolhedor de um bairro pode ser uma experiência deliciosa.

É claro que ninguém vira local em uma semana, mas é muito gostoso ser ao menos espectador próximo desse astral mais cotidiano 😉.


➡️ Como é a hospedagem no Centro de Paris

O que se perde em aconchego ganha-se em agilidade nos deslocamentos. Para quem tem pouco tempo para ver Paris pode ser melhor ficar em uma área central.

Além disso, com um pouquinho mais de disposição (quando não estávamos carregando pacotes de compras), dava até para dispensar o transporte público para chegar aonde queríamos.

Hotel Gardette, 11º Arrondissement
Meu quarto no Gardette, já devidamente bagunçado :)
Hotéis em Paris
⭐Gardette Park Hotel
1 Rue Du Général Blaise, 11º Arrondissement

Este hotel fica em frente a um jardim com velhas árvores frondosas, a Square Maurice Gardette — uma daquelas clássicas pracinhas cercadas por grades — e pertinho de um monte de estações de metrô (as mais próximas: Voltaire e Saint-Ambroise, na linha 9, e Rue Saint-Maur, na linha 3).

A vizinhança do Gardette Park Hotel é bem servida de restaurantes e cafés.

Instalado em um casarão antigo e muito bonito, o hotel tem um interior moderninho e bem cuidado e astral descolado.

O quarto do Gardette não é grande, mas dá pra duas pessoas se movimentarem sem trombadas.

A cama é confortável e os apartamentos têm TV de tela plana, cofre, guarda-roupa, uma bancadinha de trabalho (tomadas à vontade \o/), base para iPod, janelas a prova de som e ar condicionado.

Adorei a janela até o chão, com um balcãozinho (o meu debruçava para a rua lateral, mas alguns têm vista para a praça).

Hotel Gardette, 11º Arrondissement
A vista do balcão e o chuveiro do Gardette
O banheiro, novíssimo, é pequeno, mas bem resolvido, com uma boa prateleira para organizar toda a tralha das nescessaires. O WiFi é gratuito e bem rápido.

Gostei demais do hotel, do atendimento simpático, da vizinhança e do preço da diária (€ 96, em apartamento duplo, sem café da manhã).

Só é importante você saber que há uma ala do hotel (a que eu fiquei) que está desnivelada em relação aos elevadores, portanto, ao descer do elevador, sempre haverá meio lance de escadas para subir ou descer para chegar ao corredor dos apartamentos. Para quem tem dificuldade de locomoção, isso pode ser um problema.


Paris, Rue La Fayette
Rue La Fayette, nossa vizinhança na segunda passagem por Paris nesta viagem

Hotel Les Plumes, Opera
A fachada do Hotel Les Plumes
⭐Hotel Les Plumes 
10 Rue Lamartine

Escolhi este hotel pela localização (a menos de uma quadra da Rue La Fayette e da Estação Cadet do metrô) e acho que acertei.

Assim como o Gardette, é um hotel que atrai um público mais descolado e a equipe de funcionários combina perfeitamente com esse astral: são informais, simpáticos e atenciosos.

Hotel Les Plumes, Opera
O salão onde é servido o café da manhã no Les Plumes

O Hotel Les Plumes fica em um edifício antigo, em uma rua com pouco movimento de carros, mas vários cafés e restaurantes (a janela do quarto, a prova de som, abafava todo o vozerio).

O hotel tem decoração temática, inspirada em grandes escritores franceses (as plumas do nome não têm nada a ver com o Folies Bergère, mas com as penas usadas por quem vivia de escrever, antigamente).

Hotel Les Plumes, Opera
O papel de parede dos corredores faz a gente acreditar que vai dar de cara com Guilherme de Baskerville a qualquer momento 😊
Talvez o conjunto da decoração resulte um pouco forte  ao olhar (o papel de parede reproduzindo estantes de livros que decora todos os corredores me deixava com a sensação de estar na biblioteca do mosteiro de O Nome da Rosa), mas interessante — instigante, com certeza.

Os quartos do Les Plumes também não são grandes (aliás, onde são, nos hotéis acessíveis aos mortais em Paris?), mas são confortáveis, com caminha gostosa, dois janelões com balcão de ferro, mesinha de trabalho e armário com cofre, ar condicionado e TV de tela plana com uma boa diversidade de canais. O Wifi também é gratuito e rápido.

Hotel Les Plumes, Opera
O quarto do Les Plumes: compacto, mas confortável
O banheiro é significativamente maior do que o do Gardette e era bem interessante: tinha uma iluminação que mudava de cor, como nas discotecas da minha adolescência (dizem que relaxa tomar banho assim, mas virou nossa piada particular cantar Dancing Queen no chuveiro: sai Guilherme de Baskerville, de O Nome da Rosa, entra o Abba, 😀). A área de banho é separada da área do vaso sanitário.

Diárias de €150, no duplo, sem café da manhã. 

➡️ O resumo da ópera é que aprovei os dois hotéis, que, aliás, eram bastante similares. Imagino que a diferença de preço do Les Plumes para o Gardette se deva à localização. Mais um ponto para a opção de ficar mais afastada do centro, portanto.

Hospedagem comentada – índice reúne todos os posts sobre o tema publicados no blog


Estações de Metrô em Paris
Detalhes de estações de metrô: pode chamar de  heresia,
mas eu curto demais andar por baixo da terra em Paris
➡️ Transporte em Paris
Um monte de gente que diz que é pecado se enfiar em buraco de metrô para se deslocar por um cidade tão linda como Paris. Eu até poderia concordar (adoro andar a pé e faço isso com enorme frequência).

Acontece que o metrô de Paris é tão fácil de usar, com uma malha tão extensa e com estações tão interessantes que eu sempre achei que andar de metrô por lá era um programa, uma experiência estética mais rica que muito museu ou galeria — com a vantagem de poder observar os parisienses e chegar exatamente aonde eu quero por €1,70 (€ 1,30, se comprar o pacotinho com 10 bilhetes).

Estação de Metrô em Paris

E cada vez mais eu me convenço de que, fora caminhar, não há jeito mais legal de me locomover em Paris do que brincando de tatu.

Tenho até estações de metrô queridinhas, como Arts et Métiers (linhas 3 e 11), onde eu sempre dou um jeitinho de descer do vagão parar para fotografar.

Estação de Metrô em Paris
Estação Arts et Métiers: fala se 
eu não tenho razão em brincar de tatu?
Para usar o metrô de Paris você também pode optar pelo passe Navigo, que vale para a semana (sempre de segunda a domingo) e substituiu a antiga Carte Orange.

Eu não usei o Navigo, mas se você for ficar mais tempo na cidade, vale se informar sobre ele.

Já aviso que para fazer o Navigo você precisará ter uma foto 3x4 para colar no passe, caso contrário poderá ser multado pelos fiscais que dão umas incertas para pegar os espertinhos que viajam sem pagar.

Por falar nisso, só jogue fora o bilhete do metrô depois que sair da estação. Em algumas delas, você precisará dele para acionar a catraca, na saída. E sempre pode ser solicitada a mostrá-lo a um fiscal.
Estação de Metrô em Paris
"Renasça a cada manhã", propõe a propaganda de colchão. Usar o transporte público também serve para nos lembrar que há sempre um lado menos luminoso em todas as cidades
Para organizar nossas rotas de metrô em Paris, usamos muito o GoogleMaps e um aplicativo para smartphones da RATP (a companhia de transportes de Paris, chamado Visit Paris by Metro, que você baixa clicando no link. 

O aplicativo é útil, mas não está em dia com as diversas estações fechadas para reforma (por exemplo o  trecho entre o Trocadéro e Bir-Hakeim, na linha 6, a estação de Oberkampf e a ligação de Châtelet com a linha 1). Fique ligada, portanto, nos avisos que estão em todos os trens sobre essas obras.

➡️ Internet em Paris
Estou falando de usar GoogleMaps e aplicativos e, claro, é possível baixar mapas ara usar off line. Mas cheguei a uma fase da vida em que estou dependente química de conexão com a internet e não suporto frustrações tipo sentar em um café que anuncia WiFi, mas o bicho não funciona.

Por tudo isso, achei muito bem pagos os €20 que gastei na Orange por um chip com créditos de celular válidos para 15 dias (inclusive ligações internacionais) e mais 1 giga no pacote de dados.

As lojas da Orange estão por toda parte em Paris. Eu fui à loja do Boulevard Saint Germain, quase em frente à estátua de Danton, e fui muito bem atendida.

Tem que apresentar o passaporte para comprar o chip, tá?

Paris em agosto, multidão na Torre Eiffel
Pra você ter uma ideia de como é Paris em agosto
➡️ Melhor época para visitar Paris
Pra ser bem franca, acho que Paris não tem essa de época, não 😀. O mês mais chuvoso na cidade é maio. Os meses mais lotados são julho e, principalmente, agosto — justamente o período mais quente, com máximas podendo chegar aos 30º.

O inverno em Paris é frio para nossos padrões, mas moderado para os europeus: máximas na casa dos 10º e mínimas próximas de 0º.

Os meses mais recomendados são junho e setembro, que são mais fresquinhos e menos movimentados.

Mas muvuca é uma coisa que você sempre vai encontrar nos pontos turísticos de Paris.

Clima em Paris
E choveu uma barbaridade...
➡️ Paris em agosto é legal?
Deixei para o fim, mas foi a pergunta que mais me fizeram quando anunciei que ia passar uns dias na capital francesa, a caminho da Irlanda, em agosto.

O que posso dizer é que, na perspectiva de turista, não deu pra sentir aquela tal fuga dos parisienses e fechamento de montes de cafés e restaurantes que foi consagrada na mitologia da cidade.

Chuva em Paris

Sim, a Bethillón estava fechada (mas tinha sorvete da Berthillon em todos os cantos) e vi algumas padarias e cafés do bairro fechados para férias, também. Mas fora isso, nada. Paris em agosto me pareceu inteirinha.

O problema de agosto em Paris - e na Europa quase toda - não é o que deixa de funcionar por causa das férias de verão. É a invasão de hordas de visitantes, o que se expressava em filas literalmente quilométricas nas principais atrações da cidade.

Algumas filas eu encarei. As mais exageradas (da Torre Eiffel, do Louvre e de Notre Dame) eu pulei, porque eram coisa pra umas três horas de sofrimento (no calorão ou, pior, debaixo de chuva forte).

Clima em Paris
Mas você conhece alguma cidade
 com uma luz mais bonita depois da chuva?
Sim, porque uma das vantagens de agosto, que é o verão, foi surrupiada da gente nesta temporada, em todas as cidades que passamos: choveu muito e com vontade (acho que o GPS de São Pedro está descalibrado e ele estava só atendendo as preces pra chover na Cantareira...).

Chuva atrapalha? Sempre atrapalha um pouco, mas uma coisa eu preciso dizer sobre Paris: nenhum lugar do mundo tem uma luz tão linda quanto essa cidade, depois da chuva.

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6 comentários:

  1. Ai...que saudade me deu!!!!
    Cláudia Maas

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    1. Até eu, que acabei de chegar, já estou com saudades, Claudia :)

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  2. Delícia, delícia! Adorei as dicas! Entrarão na minha lista para uma próxima aventura em Paris!

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  3. Adorei, Cyntia!!
    É a cidade que mais amo e estou conseguindo manter um ritmo de visitá-la de 5 em 5 anos rsss Mas juro que gostaria de passar por lá todos os anos e em estações diferentes. Enquando não dá, continuo com minha visita quinquenal de inverno!
    Lindas as fotos ;)
    bjs

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    1. Com esse voo direto, agora, vai compensar fazer umas paradinhas por lá, sempre que for à Europa, Gabi. A cidade é lindona demais. Paixão...

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