sábado, 9 de julho de 2016

De carro em Portugal:
Como organizar sua viagem

Paisagem alentejana nos arredores de Évora:
de carro é mais fácil explorar cenários como esse
Na primeira vez, eu já tinha ficado fã. Mas, depois de concluir essa segunda road trip pela terrinha, posso atestar com toda convicção: viajar de carro em Portugal é mais do que fácil e seguro. É um prazer, mesmo. Estradas bem conservadas, boa sinalização, distâncias confortáveis, serviços de ótima qualidade...

E, mesmo com os pedágios, onipresentes nas autoestradas, optar pelo carro para rodar o país não vai quebrar seu orçamento.

Em 16 dias com o carro, rodei 1.560 km em Portugal. Trafeguei tanto pelas autoestradas quanto por estradinhas cabeludas, cheias de curvas e sobe e desce. Tirando um trechinho entre Piódão (na Serra do Açor) e Coimbra, não vi buracos no asfalto.

Neste post, organizei todas as dicas práticas que anotei ao longo dessa viagem, pra você poder organizar a sua. Garanto que você vai adorar.

Ponte estaiada na Autoestrada Trasmontana (A4), entre Amarante e Vila Real. Pegamos essa rodovia no passeio a Peso da Régua e atravessamos o novíssimo (inaugurado em maio de 2016) e já famoso Túnel do Marão, o mais extenso da Península Ibérica, com claustrofóbicos 5,6 km
Veja meu roteiro em Portugal
Onde me hospedei em Portugal
A fofíssima Aveiro, uma das cidades que acrescentei à minha infindável lista de xodós portugueses
Documentação
Brasileiros podem dirigir em Portugal apenas com nossa Carteira Nacional de Habilitação. A Permissão Internacional para Dirigir é, a rigor, uma tradução oficial da sua carteira de motorista. Na terrinha, naturalmente, não há necessidade de traduzir nada.

Exigências para alugar o carro
Você vai precisar de um cartão de crédito — e a maioria das locadoras exige que esse cartão esteja no nome do condutor principal do veículo. Caso alguém vá revezar a direção com você, é necessário informar isso no ato da reserva (o registro de motoristas adicionais tem custo). Em geral, é exigido que os motoristas tenham mais de 25 anos.

Fragata on the road: com as malas bem visíveis no bagageiro do carro, minha grande preocupação era encontrar estacionamentos fechados. Na Europa, arrombamentos de automóveis de turistas são mais comuns do que a gente imagina
Como aluguei o carro
Contratei o aluguel pela internet. Pesquisei uma série de sites de locadoras (como a Avis, que eu já tinha usado antes) e encontrei o preço mais em conta pelo agregador AutoEscape, que reúne ofertas de diversas companhias.

A locadora foi a Drive on Holydays. O automóvel escolhido foi um VolksWagen Polo, o único carro com câmbio manual que prometia acomodar quatro malas no bagageiro.

(Você deve estar se perguntando: “por que câmbio manual?”. Explico: como os leitores mais frequentes já sabem, não tenho automóvel desde 2009, quando os carros com câmbio automático eram raros e caros. Dizem que a gente acostuma rapidinho com esse tipo de equipamento, mas não acho que uma viagem pela estrada seja a melhor hora pra treinar, né?).

Nas estradas portuguesas, a sinalização em marrom alerta os viajantes para locais de interesse turístico. No caminho entre Coimbra e a Serra da Estrela, pela IP3, a placa aponta a entrada para o Mosteiro do Lorvão, fundado no Século 9, famoso centro de produção de manuscritos e iluminuras
Na hora de receber o carro
A Drive on Holidays não tem balcão na área de locadoras de automóvel do Aeroporto de Lisboa. É preciso procurar pelos representantes da empresa em um ponto de encontro próximo ao quiosque da Vodafone, na área de desembarque. De lá, uma van leva até a sede da locadora para a retirada do veículo.

Falei que tinha reservado um Polo, né? Pois na hora H o carro que estava disponível para mim era um Toyota Yarys, supostamente similar ao Polo (além da morte e dos impostos, outra certeza que a gente pode ter na vida é que quando aluga um caro “marca X ou similar” vai, invariavelmente, sair da locadora com o tal equivalente). Não sei se o Polo ia cumprir a promessa, mas tive que fazer uma especialização relâmpago em engenharia para acomodar três das nossas quatro malas no bagageiro do Yaris.

Piódão, uma aldeia de casinhas de pedra (xisto) e telhados de ardósia: chegar lá de transporte público seria bem complicado
Quanto custou o aluguel do carro
Para 16 dias de locação, retirando e devolvendo o carro no Aeroporto de Lisboa, o preço, no fechamento do contrato pela internet, ficou em € 126. Só que esse preço não é O preço, pois inclui apenas um seguro basiquíssimo. 

Ao chegar à locadora, eu deveria escolher entre fazer um bloqueio de € 1.300 no meu cartão de crédito, para cobrir possíveis danos ao carro, ou pagar mais € 216 para uma cobertura de seguro total e sem pentelhações. Preferi a segunda opção — conheço duas pessoas que tiveram o carro arrombado em Portugal.

Na minha estadia em Amarante, pegava essa estradinha linda diariamente para ir à cidade. Viajando de carro, foi possível aproveitar o aconchego da hospedagem rural, uma das delícias de Portugal
Outros custos

Pedágios
Além dessa grana extra para reforçar o seguro do carro, paguei outros € 18 pelo aluguel do dispositivo eletrônico de cobrança automática de pedágios. As autoestradas portuguesas são todas pedagiadas e o aparelhinho quebra o maior galho, já que a gente passa direto por uma faixa demarcada (procure a indicação Via Verde pintada no asfalto e nas placas afixadas sobre as guaritas dos postos de pedágio) e ele vai registrando nossa dívida.

O valor dos pedágios pode ser debitado diretamente no cartão de crédito apresentado à locadora (foi assim quando aluguei carro na Avis, em 2012). No caso da Drive on Holidays, o pagamento é feito à empresa, no ato da devolução do automóvel. Eles fazem a leitura do aparelhinho e cobram o total devido.

Serra da Estrela: tem que ter sangue frio para dirigir naquelas estradinhas cheias de curvas fechadas, subidas e descidas muito íngremes. Mas as paisagens compensam a taquicardia :)

Nesta viagem, gastamos € 80 em pedágios. Considerando que percorremos 1.560 km, o valor foi bem camarada. As estradas secundárias, em geral, não são pedagiadas. Nas autoestradas, as cancelinhas são presença constante. By the way: pedágio, em Portugal, chama-se portagem.

Combustível
Gastamos um total de € 193,52 com combustível (gasolina 95). O preço do litro desse tipo de gasolina em variava entre € 1,524 e € 1,529, dependendo da rede distribuidora.

Nas autoestradas, os postos de combustível geralmente ficam em áreas de serviço com lojas de conveniência, estacionamento, área de descanso, toaletes e restaurantes. Ao longo da pista, as placas avisam a que distância está a próxima área de serviço (e a seguinte). Não deixe o tanque chegar no osso, porque cheguei a rodar 50 km entre um posto e outro.

Atenção às placas anunciando as áreas de serviço
Estacionamento
Com a exceção de Aveiro, Peso da Régua e Amarante, onde encontrei estacionamentos públicos gratuitos, só vi estacionamentos pagos na minha rota por Portugal.

Os estacionamentos públicos funcionam como uma “zona azul automática” — sem vendedor de talão — cobrando tarifas entre 8h e 20 horas (em alguns casos, 19h). Aos sábados, a cobrança costuma ir até o meio-dia. Aos domingos, estacionar costuma ser de graça.

Para parar o carro na rua (em áreas permitidas, claro), é preciso ir até um parquímetro (máquinas azuis, bem fáceis de notar) e depositar o valor referente ao tempo que você pretende deixar o carro estacionado — o máximo, em geral, são quatro horas. O recibo emitido pela máquina deve ser deixado à bem vista, no painel do carro, caso contrário a fiscalização vai lhe dar uma multa salgada.

Em Coimbra, fiquei em um hotel sem garagem e parava o carro do outro lado da rua, em um estacionamento público (à direita) 
Em Coimbra, por exemplo, o estacionamento em frente ao hotel custava €3 para cada período de quatro horas — depois desse tempo, era preciso renovar o tíquete. Uma coisa legal do parquímetro é que ele é inteligente: eu parava o carro à noite, quando não há cobrança de tarifa, e já pagava os valores referentes à manhã seguinte, a partir das 8h, quando começa a cobrança, até a hora que eu calculava sair do hotel. Atenção, porque os parquímetros só aceitam moedas.

Também há estacionamentos fechados, particulares, do tipo que você retira um tíquete na cancela e paga na hora de ir embora, sem limite de tempo de permanência. Sempre que estávamos com as malas no carro, eu preferi essa opção, mais cara, mas mais segura. Em Coimbra, por exemplo, paguei € 5,85 pra deixar o carro por cinco horas em um desses estacionamentos.

As máquinas onde deve ser feito o pagamento aceitam moedas ou notas e dão troco. A pegadinha é que não pode ser qualquer nota. Para despesas menores que €3, por exemplo, só são aceitas notas de €5.

Em tempo: em Portugal, estacionamentos se chamam parque (daí o nome parquímetro dos equipamentos) e são identificados por um P branco sobre fundo azul nas placas de rua.

Meu hotel em Amarante ficava a 25 km da cidade. Sem carro, seria inviável
Carro x transporte público
Espelho, espelho meu, existe alguém mais avessa a automóvel do que eu? Talvez não, mas uma viagenzinha de carro é uma delícia, pela autonomia que proporciona. Nesta viagem a Portugal, não creio que eu conseguisse visitar nem a metade dos lugares onde estive, se dependesse de ônibus ou trens.

De carro, pudemos desfrutar do charme e aconchego de hospedagens rurais, em Amarante e em Évora. Fizemos viagens bate e volta que seriam muito complicadas ou inviáveis com transporte público — como ir de Coimbra a Seia, na Serra da Estrela, e voltar por Piódão, uma das famosas aldeias de xisto da Serra do Açor. Ou aproveitar a estadia em Aveiro para esticar um almoço preguiçoso na Praia da Costa Nova, antes de tocar para o Porto. Ou, ainda, decidir em cima da hora uma escapadinha de Évora até o Castelo de Montemor-o-Novo...

O castelo de Montemor-o-Novo: um passeio decidido de última hora e que eu adorei
Usar transporte público sempre exige mais planejamento e deixa menos espaço para o improviso. Considerando, ainda, que nosso grupo chegou a ter cinco pessoas — eu, minha mãe, os dois sobrinhos e a namorada do sobrinho — ficou muito mais barato viajar de carro que usar transporte público.

Nosso possantinho (o carro branco) pronto pra dormir em segurança no estacionamento do hotel, em Alcobaça
As rotas: como se orientar
Na minha primeira viagem de carro em Portugal, eu não aluguei GPS, apenas um aparelhinho 3G que me mantinha conectada à internet em rigorosamente todos os cantos por onde andei. Para me orientar, eu usei o aplicativo NokiaMaps, do celular que usava na época, um Lumia. O bichinho quebrava o galho, mas fez algumas burradas.

Desta vez, portanto, eu estava decidida a alugar um GPS. Só que na hora de retirar o carro, o preço do aluguel do aparelho estava perto do obsceno e mudei de ideia. E quer saber? O GoogleMaps resolve praticamente tudo.

Na verdade, as estradas principais são muito bem sinalizadas, não tem muito como errar. O GoogleMaps é útil, mesmo, na hora de pegar as estradinhas mais escondidas e, principalmente, na hora de entrar nas cidades.

Eu, que já amo (#sqn) dirigir em centros urbanos, fico especialmente tensa trafegado em uma cidade desconhecida, tentando não entrar em nenhuma contramão nem ser multada por alguma trapalhada.

A caminho de Peso da Régua, pela A4. Na volta a Amarante, peguei uma estradinha regional (no escuro!) tão sinuosa que, instintivamente, várias vezes eu liguei a seta para entrar nas curvas fechadíssimas. Agora dá pra rir, mas na hora...
Nessas horas, viva "a moça do Google”,  que me dizia pra “virar à esquerda” na hora certa e que saída pegar em cada rotatória — e vá ter rotatória assim lá em Portugal :)

A única grande burrada do GoogleMaps foi em Amarante. Nosso hotel fica no distrito de Fridão, a 25 km da cidade, uma rota fácil e sem perrengue (apesar das muitas curvas). Só que o bendito aplicativo não reconhece — ou não gosta — da estradinha que teria nos deixado de cara para o gol.

O resultado é que o Google nos apontou uma rota louca pelas montanhas, uma estrada inacreditável de precária, sempre à beira do precipício. Depois de mais de uma hora de aventuras involuntárias (vocês precisavam me ver manobrando o carro para dar meia volta em uma pista que devia ter no máximo dois metros de largura, com os pneus roçando o abismo) um pastor de ovelhas muito simpático, o único ser humano que encontramos no meio da floresta, nos indicou o caminho certo.

Francamente, não sei se o GPS teria nos livrado dessas peripécias, mas na hora eu queria jogar o celular na pirambeira.

A estradinha para Piódão: a paisagem é bonita, mas a pista estreita e cheia de curvas fechadas exigem muita atenção 
Para ficar conectada
Para usar o celular como guia, comprei um chip da Vodafone com um pacote que é perfeito pra mim: 15 giga de dados, com validade para 15 dias, por € 15. Não tem serviço de voz (e quem é que já me viu falando ao telefone, ainda mais em viagens?), mas foi mais do que suficiente para ficar conectada e postar muuuuuitas fotos nas redes. Fiz minha compra na loja da empresa no Shopping Cidade do Porto, no quarto dia de viagem.

Logo na chegada, meus sobrinhos tinham comprado chips da Vodafone no Aeroporto de Lisboa por € 20, com pacote de voz e 1 giga de dados. Como a franquia de internet deles acabou rapidinho, acabaram optando por um pacote igual ao meu e gostaram muito mais.

Ah, a aventura nas montanhas em torno de Amarante ficou ainda mais emocionante porque, claro, naquele ermo não tem sinal de celular e era impossível recalcular a rota, rsss.

Detalhe do interior da famosa Sé de Braga. De carro, o bate e volta à cidade, a partir do Porto, ficou fácil e confortável
Como é a segurança

Achei bem seguro dirigir nas estradas portuguesas. Se você está acostumado com as estradas brasileiras lotadas de caminhões e tráfego pesado, vai achar as autoestradas da terrinha um paraíso: pouco trânsito, terceira pista para ultrapassar os veículos mais lentos nas subidas e um nível de civilidade dos motoristas quase perfeito — não fosse a mania geral de dar uma leve fechadinha na gente, após a ultrapassagem, voltando muito rápido para a pista da direita.

Nas autoestradas, o limite de velocidade é de 120 km por hora, mas o pessoal pisa mais fundo do que isso – eu tentava respeitar o limite e era constantemente ultrapassada. Não vi um único acidente nas estradas, nos 16 dias que dirigi pelo país.

Na virada de 2012 para 2013, quando também viajei de carro por lá, eles tiveram um feriado de fim de ano sem mortes das estradas, o que também é um indicativo da segurança. Ainda assim, Portugal é o segundo país da Europa Ocidental em índice de mortalidade nas estradas, mesmo com a redução drástica de acidentes graves que o país vem registrando ano a ano.

Um trecho "movimentado" da estrada que liga Coimbra à Serra da Estrela
No quesito segurança, o que precisa de atenção mesmo são os roubos a carros usados por turistas
Uma colega de trabalho passou por esse dissabor, em 2010: o carro foi arrombado enquanto ela visitava o Palácio de Queluz e lá se foram as malas, notebooks e outras coisas de valor. Outro amigo teve uma mochila roubada de dentro do carro (os ladrões estouraram o para-brisas), no Algarve.

Nosso carro era a própria bandeira de que éramos turistas. Além das malas bem visíveis no bagageiro, ele tinha um adesivo enorme da locadora Drive on Holidays no para-brisa traseiro (a gente aluga o carro e faz propaganda da empresa...).

Para não sermos presas fáceis de arrombadores, eu fiz questão de usar estacionamentos fechados, sempre que estávamos com a bagagem a bordo, mas nem sempre isso foi possível. Em Batalha e na Praia da Costa Nova, por exemplo, tivemos que contar com a sorte. Deu tudo certo, mas confesso que aproveitava as minhas saidinhas para fumar e ia dar uma olhadinha no carro...

Sobre arrombamentos de carros de turistas, leia este post do Viaje na Viagem (e preste atenção nos casos narrados nos comentários:
Roubo de bagagem em carros alugados: como (tentar) evitar

A chegada a Évora e uma estradinha do Alentejo (abaixo)

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