quarta-feira, 27 de abril de 2016

Onde comer - e o que comer - em Bogotá

Doces típicos bogotanos no bairro de La Candelaria
Arepa, oblea, patacones, ajiaco... Os nomes podem soar estranhos, mas garanto que essas porções de inteligência culinária vão entrar para sua lista de grandes memórias de uma viagem a Bogotá. A culinária colombiana expressa a diversidade do país, com elementos da tradição andina, heranças ibéricas influências africanas (especialmente no litoral caribenho).

Neste post eu listei alguns petiscos e pratos imperdíveis e os restaurantes, bares e cafés que experimentei por lá. Bora viajar nos sabores da Colômbia?

Comida de rua: patacones e obleas
Carrocinha de patacones (esquerda) e umas obleas com grande apelo nas ruas do Centro Histórico
Eu já tinha experimentado a banana verde frita (como chips) em Santiago de Cuba (onde são chamadas de maricotas) e em Cusco, como acompanhamento de pratos salgados. Em Bogotá, os patacones também aparecem nessa versão, mas adorei encontrá-los na versão comida de rua, oferecidos em carrocinhas que fazem ponto no Centro Histórico.

A preparação é sem frescura: a banana, que os colombianos chama de plátano, precisa estar verde (banana madura frita é outro prato, a tajada) e é cortada em fatias bem finas e frita em óleo bem quente. O resultado é um petisco sequinho, crocante, vendido em saquinhos de papel e que a gente mastiga com gosto enquanto bate pernas admirando as fachadas de La Candelaria. As porções, bem generosas, custam entre 2.000 e 3.000 COP (entre R$ 2,40 e R$ 3,60, aproximadamente).

Obleas: o céu é o limite para os recheios
Outra comidinha de rua que ganhou meu coração foram as obleas, discos de biscoito wafer muito fininhos, com os quais se faz um "sanduíche" pantagruélico: além do clássico doce de leite (chamado de arequipe), o freguês pode acrescentar geleias, calda de chocolate, confeitos, amendoim... Uma farra. Eu gostava das minhas apenas com uma camada tímida de arequipe e um fiozinho de geleia de morango, mas fique à vontade para montar a sua como quiser. Na Candelaria, a oblea é vendida a 1.000 COP (R$ 1,20, mais ou menos).

Sua majestade, o ajiaco
Na hora de servir, ainda fazem "arte", desenhando com creme de leite sobre a sopa
Há pratos que falam mais sobre a alma e as tradições do que apenas sobre o paladar de uma comunidade. Por esse prisma, elegi o ajiaco como o acarajé dos bogotanos, alimento profundamente legado à vida e à identidade local. Simplesmente, a cara da cidade.

Há versões dele em outras regiões de colonização espanhola, onde se usa o aji, pimenta que batiza a preparação e que está ausente no ajiaco santafereño (gentílico oficial da capital colombiana, derivado de seu nome colonial Santa Fé de Bogotá).

Em Bogotá, o prato tem como base o frango e leva vários tipos de batata, que se desmancham no cozimento, resultando em uma sopa muito espessa, temperada com uma erva andina chamada guasca. Na hora de servir, acrescenta-se o creme de leite (em alguns lugares, fazem desenhos com ele sobre a sopa) e uma espiga de milho amarelo, que vem presa a um palitinho daqueles de churrasco, para facilitar as mordidas. O ajiaco é acompanhado por uma fatia de abacate.

Na hora de provar o ajicao, prefira os locais mais simples, sem apelos turísticos
Os bogotanos explicam que o prato quente e consistente caía à perfeição no clima frio da cidade — cada vez mais candidato a saudosa memória, pois acredita-se que a temperatura média de Bogotá é hoje cinco graus mais elevada do que há três décadas, devido ao crescimento da metrópole.

Com frio ou sem frio — cheguei a pegar 29 graus por lá — o ajiaco é totalmente soul food, aquela comidinha reconfortante que lembra aconchego doméstico, pijama e sofá. Sem contar que é deliciosa, com um sabor ao mesmo tempo familiar e diferente. Fiquei fã.

Provar o ajiaco em Bogotá é muito fácil, pois ele é presença obrigatória nos cardápios das áreas turísticas da cidade. Na hora de escolher, prefira as bodeguinhas mais simples, frequentada pelos locais, para ter uma experiência mais autêntica. Na Candelaria, o prato é oferecido a preços que vão dos 10.000 aos 25.000 COP (entre R$ 12 R$ 30, aproximadamente).

Arepas, pra o dia nascer feliz
Arepas: o "pãozinho" colombiano
Faz tempo que sou fã das arepas, o equivalente colombiano e venezuelano ao nosso pãozinho. Muito antes da primeira nau europeia cruzar o Atlântico, os povos que viviam nos territórios onde hoje estão esses dois países já amassavam o milho para preparar essas bichinhas danadas de gostosas.

Fui apresentada a essa gostosura em Los Roques em uma pousada que seguia os costumes de Mérida (Venezuela), terra da dona da casa. Por isso, aprendi a associar arepas ao café da manhã — quentinhas, prontas para receber o recheio de queijo, ou de ovos mexidos, ou para serem apreciadas apenas com manteiga. Elas, porém, frequentam as diversas refeições colombianas, exatamente como os nossos pães: acompanham pratos principais, matam uma fominha no meio da tarde, com diversos recheios e, claro, reinam altaneiras nos desjejuns, que é pra o dia nascer feliz.

Falei que elas são feitas de milho, mas há as versões Boayacá e de Antioquia, onde a cultura do trigo em tempos coloniais permitiu a adaptação das arepas ao paladar europeu – se você quer saber, comi arepas de trigo em Villa de Leyva, achei ótimas, mas não troco pelas de milho.

Essa não é a única variação. A depender da região da Colômbia, você vai encontrar arepas fritas ou assadas. Mais gordinhas, para rechear, ou chatinhas, para serem comidas só com manteiga. Tem as que já vêm recheadas — com carne, frango, queijo, ovo... – e tem até as arepas doces. Umas são mais branquinhas, outras bem amarelas, dependendo do tipo do milho usado na preparação.

Enfim, com essa oferta democrática e onipresente, ninguém tem desculpa para ir a Bogotá e não provar as arepas – eu, por exemplo, acho que só elas já são um motivo e tanto para a viagem :).

Lulo e guanábana
Suco de lulo: bom demais e você encontra em toda parte, como nesse café simpático da Candelaria
Quem me visse tomando o desjejum em Bogotá não ia acreditar: em vez do épico balde de café preto e muito forte, a única coisa que consumo quando acordo, eu parecia um ser civilizado que come (arepas, claro!) e até toma suco na primeira refeição do dia. Não foi culpa da altitude, foi o lulo, essa fruta andina da gema, de sabor levemente azedinho com a qual é feito o suco mais popular de Bogotá — e tão bom que a viciada aqui até esqueceu a existência da Coca Cola.

O fruto do lulo parece um caqui, com a casaca bem vermelha quando está maduro. Por dentro, tem cor e jeito de kiwi, mas o gosto é diferente. Na verdade, o sabor do lulo não se parece com nenhum outro — e eis aí outro bom motivo pra voltar sempre à Colômbia.

Embora eu tenha aposentado a Coca Cola, não posso dizer que o lulo tenha reinado absoluto no meu consumo de líquidos em Bogotá, simplesmente porque existe uma fruta cahamada guanábana, a nossa graviola, que também é muito abundante e popular por lá (quem dera eu encontrasse graviola com a mesma frequência por aqui....).

Um país que tem lulo e guanábano não precisa de jabuticaba... :)

Doces
Guloseimas colombianas: achiras (sequilho de nata) de Huila, alfajores com doce de leite da Sierra (Cordilheira), cocadas,  arequipe...
Tenho até uma certa vergonha de escrever esse tópico, porque eu exagerei na "investigação jornalística". No quesito doce, é difícil resistir às tentações colombianas e Bogotá é pródiga em oferecer uma boa mostra das guloseimas de diversas regiões do país. 

As compotas de frutas são bem populares, especialmente as de goiaba (hummm), papayuela (variedade do mamão) e figo, fruta era muito presente nos quintais bogotanos de antanho. A produção de leite da Sierra (Cordilheira) contribui com mimos tipo arroz con leche (uma variação mais cremosa do nosso arroz doce), mielmesabe (ambrosia), postre de natas (um primo muito mais sofisticado do nosso pudim de leite, com um toque de vinho, bom de chorar), achiras (sequilhos de nata) e natilla, a versão colombiana do nosso prosaico manjar branco. E paro por aqui, pois engordo só de lembrar...

Lugares legais pra comer e petiscar em Bogotá

La Scala
La Scala, no Hotel de la Ópera
Bonito até dizer chega, este restaurante funciona no térreo do Hotel de la Ópera, onde fiquei hospedada nas primeiras três noites em Bogotá. Ele também é uma das casa mais recomendadas da Candelaria.

Especializado em cozinha mediterrânea, tem também um cardápio de "releituras sofisticadas" da culinária típica colombiana e outro dedicado aos vegetarianos.

Fiz duas refeições no La Scala. A primeira estava excelente (e tão copiosa que cancelei a sobremesa). Foi o almoço no dia da minha chegada a Bogotá. Pedi a sopa de mariscos, prato interessantíssimo, um caldo espesso, quase um molho, acompanhando camarões, vôngoles e mexilhões. Como intermezzo (ai, que chique!), belisquei o sorbet de manjericão que, segundo o maitre, limpa as papilas gustativas para a apreciação do segundo prato, pescoço de ternera (vitela) marinado por horas e servido com barbecue de frutas vermelhas. Com aperitivos, essa refeição custou 65.000 COP (cerca de R$ 80).

Sopa de mariscos
Sorbet de manjericão e o pescoço de ternera
Minha segunda refeição no La Scala foi na minha última noite no hotel, quando resolvi pedir um drinque para acompanhar o livro e acabei ficando por lá mesmo. Resolvi ficar no simples e pedi talharim com ossobuco. Tinha um pouquinho a mais de tomate no molho, brigando com o sabor do ossobuco, o que impediu a noite de ser perfeita. Mas as margueritas de maracujá e o postre de natas da sobremesa estavam perfeitos.  

Margueritas, massa com ossobuco e postre de natas:
 despedida da Candelaria
La Scala
Calle 10 nº 5-72, térreo do Hotel de la Ópera, La Candelaria. Diariamente, das 6:30h (café da manhã) às 22:30h.


Club Colombia
Eu esperava uma cervejaria e encontrei um restaurante com ar britânico
Confesso que não levei muita fé neste restaurante, indicado pela recepcionista do meu hotel como um dos raros abertos na cidade na noite do feriado do Dia de São José (celebrado na segunda-feira, 22 de março). Chovia cântaros na cidade e só isso me demoveu da ideia de procurar algum lugar simpático na Candelaria, mesmo, em vez de encarar uma casa com nome de uma marca popularíssima de cerveja, onde eu esperava encontrar uma balada típica da noite na Zona T de Bogotá.

O fato é que todas as minhas projeções foram contrariadas. O lugar não tem nada de cervejaria, funciona em um casarão elegante, com a fachada coberta de era que lhe confere um certo ar britânico. Tá certo que o interior exibe uma penumbra digna de boate, mas em vez de balada, o que encontrei foram poucas mesas ocupadas, onde os grupos conversavam em voz baixa, bebericando e jantando em um clima que lembrava aqueles clubes ingleses para cavalheiros do Século 18 — fosse pela parca iluminação, que remetia a tempos pré eletricidade, fosse pelos estofados em couro cor de vinho o pelos painéis de madeira escura que revestem algumas paredes.

Cosmopolitan, ensopado de frutos do mar e um detalhe da decoração
No que realmente interessa — comida e bebida — o Club Colombia também me surpreendeu. Primeiro, com um cosmopolitan muito bom. Depois, com o cardápio de tradições colombianas e um pezinho no Mediterrâneo (como faz sucesso essa cozinha em Bogotá, que mesmo longe do mar é pródiga na oferta de peixes e mariscos). Pedi um ensopado de frutos do mar, quase uma sopa, que combinou à perfeição no temporal que caía lá fora. A conta ficou na casa dos 70.000 COP (R$ 80).

Club Colombia
Avenida 82 nº 9-11, La Cabrera. Diariamente, das 8h a meia-noite



Wok
Mesas coletivas, decoração minimalista e serviço simpático
Esta casa é uma das queridinhas no entorno do Parque de La 93, em Chapinero, área famosa exatamente pela oferta de bons restaurantes e cafés. Pela minha experiência, a fila quilométrica na porta do Wok, na hora do almoço do feriado de a Sexta-Feira Santa, era bem justificada, pois jantei muito bem lá e curti demais o ambiente despojado, com mesas coletivas, decoração minimalista e serviço simpático.

Quando resolvi "almoçar", lá pelas 19h, a casa já estava bem mais tranquila e eu pude bebericar sem pressa uma boa saquerinha — caipirinha de saquê, que no cardápio aparece com o nome brasileiro, mesmo, com nh e tudo — de frutas vermelhas, enquanto folheava o menu. E folhear, aqui, não é força de expressão: o cardápio do Wok é uma revista muito bem diagramada, com fotos maravilhosas dos pratos e informações sobre a culinária da casa, que passeia pela Ásia, detendo-se mais nas especialidades tailandesas e nos clássicos sushis e sashimis japoneses.

Saquerinha com nh e o detalhe dos jogos americanos de papel que a gente até tem pena de descartar
Phad Thai: macarrão de arroz, frutos do mar e um toque de tamarindo
O prato que escolhi foi o Phad Thai, classicão tailandês à base de macarrão de arroz, com frutos do mar (há opções com frango ou carne), nam-pla (molho de peixe) e tamarindo. Estava bom demais. A conta ficou na casa dos 42.000 COP (R$ 50).

Wok
São vários endereços na cidade (veja no site). Eu fui ao do Parque de la 93, que funciona de segunda a sábado, das 12h às 22:30. Aos domingos e feriados, abre das 12h às 20h horas.

Blue Ribbon
O Blue Ribbon e meu prato de comfort food
Este também é um restaurante de hotel, no Best Western Plus 93 Park, na região moderna e elegante de Chapinero, onde fiquei na minha segunda etapa em Bogotá. Tinha acabado de chegar de Villa de Leyva, uma viagem cansativa e resolvi jantar lá mesmo, sem grandes expectativas, mas gostei da experiência. Pedi o caldo de frutos do mar com conhaque (não disse que a oferta é grande em Bogotá?), uma sopa espessa e de sabor marcante com lulas e outros bichos — caiu num tom totalmente comfort food, depois das minhas aventuras na estrada. Adorei!

Com a ótima oferta de restaurantes da vizinhança, o Blue Ribbon dificilmente vai entrar na sua lista, mas se calhar de você estar hospedada no hotel e bater preguiça de sair, como foi o meu caso, pode apostar nele, que não vai se decepcionar. Meu jantarzinho custou 30.000 COP (R$ 36).

Blue Ribbon
Calle 93 nº 13-72 , no térreo do Hotel Best Western Plus 93 Park. Aberto até as 22:30h

Café Oma
Sopa de abóbora
A rede de cafés Oma está espalhada por toda a cidade, seja em simples balcões que servem expressos e outras preparações, seja em casa mais arrumadas e confortáveis, como o Oma Café do Parque de la 93, lugarzinho simpático para uma refeição rápida ou para uma horinha de people watching em uma de suas mesas com vista para o parque.

Para não ficar só no duo café e sobremesa, experimentei a sopa de abóbora, que combinou direitinho com a temperatura mais amena do dia.

A Oma se apresenta como a grande concorrente da rede Juan Valdez (que, por sua vez, se anuncia como a grande rival do Starbucks). Como já bastam a política e o futebol pra me fazer tomar partido, eu frequentei democraticamente todas três, que, aliás, servem o bom café colombiano. A Oma entra no post porque sua casa do Parque de la 93 é a mais aprazível das que visitei :).

De Una Travel Bar
Cantinho simpático na Candelaria
Quando você estiver caminhando pelo bairro de La Candelaria e quiser fazer um pausa para um café, um suco, um petisco ou simplesmente descansar os pés e navegar na internet, experimente esse bar/café charmosinho, com atendimento simpático e trilha sonora caprichada.

O De Una consegue ficar encravado bem na muvuca do eixo Museu Botero-Centro Cultural García Márques-Igreja da Candelaria e mesmo assim sobreviver como um oásis de sossego. Bem melhor que trocar cotoveladas por uma mesa no Starbucks do Centro Cultural García Marques, por exemplo.

Parei lá várias vezes para um café e as meninas que atendem estavam sempre o melhor astral.

De Una Travel Bar
Calle 11, esquina com Carrera 3ª. Diariamente, das 10h às 22h

The Irish Pub
O pátio interno de uma casa antiga ganha ares dublinenses à moda da Candelaria
O que acontece quando você reúne a tradição boêmia de Dublin com um pátio tipicamente ibérico de um casarão centenário? O resultado é The Irish Pub, um bar muito agradável da Candelaria, apesar do sacrilégio de permitir luz natural e ventilação em seu "salão" principal. Se você não se importa de ir a um pub irlandês sem clima de caverna — eu não me importei nem um pouquinho, mas não sou purista :) — vai curtir o astral relaxado, a trilha sonora de primeiríssima e o papo divertido que rola de mesa em mesa e no balcão.

Perdi a farra do Dia de São Patrício, mas as croquetas de carne (com massa de milho) conquistaram meu coração
Foi outro lugar da Candelaria onde dei várias passadinhas, nem que fosse só para aproveitar o pátio fresquinho (santos mouros e romanos que inventaram a moda). Talvez apareça um leprechaun pra puxar meu pé de noite, mas eu gostei do "sincretismo". 

The Irish Pub
Carrera 3ª, nº 12-37, Candelaria

Nicolukas
O que dizer desta vitrine?
Amei essa confeitaria do shopping Andino, em Chapinero. Eu estava fazendo hora para o cinema e dei de cara com essa vitrine multicolorida (sabe quando uma coisa chama seu olhar, de longe) e não resisti a provar uns docinhos. Tudo o que posso dizer é que eles são tão gostosos quanto bonitos e se eu não já tivesse comprado o ingresso pra ver Spotlight, era bem capaz de ter experimentado mais que as três pequenas porções de felicidade que provei lá.

Estava tão empolgada que só o bolinho inglês viveu o suficiente para posar para a foto :)
Fiquei tão empolgada que só fotografei esse bolinho inglês, coberto com suspiro e raspas de limão que você vê aí no alto. Mas atesto que a tortinha de lulo e a valentina estavam umas cooooooisas, também. Recomendo uma passadinha — mas controle-se, tá?

Nicolukas Pasteleria
Centro comercial Andino, Carrera 11ª nº 82-71, 3º piso. Eles têm mais um monte de endereços na cidade. Confira localização e horários no site.

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