terça-feira, 7 de março de 2017

Hospedagem em Campo Grande (MS)
a caminho de Bonito

Campo Grande vista da janela do meu quarto no Hotel Deville Prime
Na viagem a Bonito, agora no Carnaval, dormi em Campo Grande, na ida e na volta, já que os horários dos meus voos não combinavam com os dos transfers para meu destino final. A verdade é que nem sempre dá para casar certinho o transfer com o avião. Só pra você ter uma ideia, 11 dos 27 voos que partem do aeroporto da capital do Mato Grosso do Sul decolam antes da chegada da primeira van que vem de Bonito — e que sai de lá no ingrato horário das 4:20h da manhã.

Então, anote essas duas dicas de hotel em Campo Grande. Na chegada (sexta-feira antes do Carnaval), eu fiquei no elegante Deville Prime. Na volta (na Quarta-Feira de Cinzas), a hospedagem foi no simpático e confortável Hotel Mohave.

Minha varanda no Hotel Mohave
Os dois hotéis cobram diárias similares e os apartamentos são próximos em conforto. O Deville é mais hotelão bacana, mas fica a cerca de 12 km do aeroporto — não combina com voo de manhãzinha. O Mohave é mais despojado, tem atendimento mais caloroso e está a menos de 5 km do terminal aéreo.

Veja as minhas avaliações a seguir e anote essas dicas pra quando você for.


Hotel Deville Prime Campo Grande
Avenida Mato Grosso, 4250

O lobby do hotel

O hotel, da rede Deville, é muito elegante, tem decoração de bom gosto nas áreas comuns, um lobby amplo e confortável e um restaurante e bar. A piscina fica no térreo e é bem acanhada para o porte do estabelecimento, que tem 176 apartamentos.

O atendimento é profissional e simpático, mas a recepcionista não conseguiu me localizar entre os hóspedes quando o motorista que veio me buscar para me levar até o ponto de saída do transfer para Bonito chegou. A demora quase me faz chegar atrasada para pegar o ônibus.

O WiFi gratuito funcionou bem direitinho.

Achei a piscina um pouquinho acanhada

O apartamento
Achei a acomodação muito confortável. Cama gostosa, travesseiros macios, lençóis de boa qualidade. O apartamento tem bom espaço para circulação, bancada para mala, poltrona de leitura (com abajur), luzes de cabeceira, bancada de trabalho e tomadas suficientes (inclusive na lateral da cama). Enfim, tudo que eu valorizo num quarto de hotel.

Amei essa poltroninha

Também tem ar condicionado, armário com cabides de verdade – indispensáveis para pendurar a roupa amassada no banheiro, enquanto tomo uma ducha quente e o vapor tira os vincos mais graves do que pretendo vestir — e cofre grande, onde cabe o notebook.


A entrada do quarto. Repare a banqueta para a mala - coisa que acho essencial. À direita, a mesa de trabalho



O banheiro é amplo e as toalhas são gostosas

A TV de tela plana fica em frente à cama, mas acho que um hotel do porte do Deville podia ser menos muquirana na oferta de canais a cabo.

O banheiro é amplo, com secador de cabelos, toalhas de boa qualidade e kit de toalete básico.


O café da manhã é servido no restaurante, que é integrado ao lobby


O café da manhã
Gostei muito do café, incluído na diária, muito farto e variado. Da sopa paraguaia (uma espécie de polenta dura, cortada em cubos) ao waffle, passando pelos bolos caseiros, pães de diversos tipos, pratos quentes e até docinhos, como quindins, havia opções para todos os gostos. Sucos, frutas, geleias, frios e queijos completavam o cardápio.


Entrecote com batatas doces

O restaurante
Experimentei o serviço de quarto, porque estava cansada demais para tirar o pijama e descer para jantar no restaurante. Pedi um entrecote com batatas doces caramelizadas que estava bem bom.

Localização
O Deville fica ao lado do Parque das Nações Indígenas, uma bela área verde, em um dos bairros mais elegantes de Campo Grande. Não tive tempo de explorar a vizinhança, mas não vi comércio ou restaurantes próximos e achei as ruas meio desertas de gente. Movimento, só dos automóveis. 

O preço
A diária, na véspera do Carnaval, custou R$ 260, com café da manhã

Moral da história
Tudo que eu queria era uma noite confortável e tranquila antes de embarcar para Bonito e o Deville me garantiu isso direitinho. Só não recomendo para quem precisa pegar um voo muito cedo, por conta da distância maior do aeroporto.


Hotel Mohave
Avenida Afonso Pena, 602


Hotel Mohave: só 10 minutinhos de distância do aeroporto

O Mohave é mais simples que o Deville, um hotel padrão três estrelas, mas é bem novinho, confortável e tem atendimento simpaticíssimo, com equipe muito prestativa. Tem estacionamento para hóspedes, restaurante e bar, mas ambos, assim como o serviço de quarto, só funcionam até às 23 horas. No business center, no mezanino, havia apenas um notebook disponível.

O WiFi é que é um perrengue: só funciona para quem tem navegador Firefox. Desisti.

São 70 apartamentos, alguns com varanda, como o meu. Outros têm uma pequena cozinha.


O quarto é confortável, mas falta um pouquinho de cor e charme

O apartamento
Amplo e confortável, de frente para a avenida (deu para ouvir um pouquinho do barulho do trânsito, à noite), achei meu quarto bem satisfatório.

Cama, lençóis e travesseiros de boa qualidade, luzes de cabeceira, mesa de trabalho, ar condicionado e TV de tela plana — aqui, a oferta de canais a cabo era ainda mais esquálida, faltavam até os manjados Sony e Warner...


O banheiro

Mesa de trabalho. À direita, mais um ângulo do banheiro

O banheiro amplo tinha uma ducha muito gostosa, secador de cabelos e kit bem basiquinho de toalete. As tolhas eram de boa qualidade.

O café da manhã
Não experimentei. Já sou enjoada para comer de manhã. Às seis da madruga, então, nem se fala. Tomei só um suco, enquanto esperava o táxi. Mas a cara do bufê me agradou pela variedade.

O restaurante
Novamente, pedi o jantar no quarto, um estrogonofe de filé simples, mas saboroso.

O lobby do hotel e, à direita, o salão do café da manhã

O preço
A diária com café da manhã, foi de R$ 280. Na comparação com o Deville, a relação custo benefício fica bem desfavorável, pois o outro hotel tem um padrão muito superior e estava 20 pratas mais barato.

A vizinhança

A área em que fica o Mohave tem bastante movimento e restaurantes e bares onde se pode chegar a pé. Como eu estava um bagaço das peripécias em Bonito, só observei da varanda, não posso atestar muita coisa.

Moral da história
Hotel por hotel, o Deville leva fácil a disputa. Mas a proximidade do Mohave com o aeroporto me deu uma horinha a mais de sono — ele fica a 10 minutos do aeroporto—e isso, no cansaço que eu estava, não tem preço.

Mais sobre esta viagem
Onde se hospedar em Bonito

Veja também as dicas de Carol May Rodrigues, minha companheira nesta aventura, no blog Dicas e Roteiros de Viagem: 
Roteiro de 3 dias em Bonito - Carnaval

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