domingo, 6 de março de 2016

Hospedagem em Copacabana:
Hotel Atlântico Rio

Atlântico Rio: o principal pra mim era o metrô, mas a praia também estava pertinho
Para o fim de semana do show dos Rolling Stones (19 a 21/02) no Rio, eu precisava me hospedar o mais perto possível de uma estação de metrô, já que esse é o meio de transporte mais prático para ir ao Maracanã, onde a maior banda de Rock'n'Roll do planeta ia tocar. Foi com base nessa demanda que escolhi o Hotel Rio Atlântico, na Rua Xavier da Silveira (nº 112), em Copacabana, a menos de 50 metros dos dois acessos à Estação Cantagalo do metrô.
Além da localização perfeita para as minhas necessidades, o Atlântico Rio me surpreendeu positivamente em vários quesitos: um hotel básico, sem luxos, mas com quarto confortável e silencioso.

A fachada do hotel e a recepção
O quarto: básico, mas confortável
O hotel fica na última quadra da Xavier da Silveira, uma caminhada de 500 metros até a Avenida Atlântica e a Praia de Copacabana, em uma área com grande oferta de serviços — do lado do chamado Baixo Copa, trecho boêmio sem frescura, onde predominam restaurantes antigões e botecos simpáticos.

Do hotel, não espere vista estonteante, uma grande área de lazer ou possibilidades gastronômicas. Como disse, é um hotel básico, com uma piscina modesta na cobertura, restaurante e um barzinho ao lado da recepção. O serviço de quarto só funciona até as 23 horas. Embora classificado como quatro estrelas, o lugar é mais simples do que isso.

O corredor, limpo e bem cuidado (sem carpete!!!) e a "vista zero" do meu apartamento
O que importa, porém, é que tanto os quartos quanto as áreas comuns estavam bem cuidados, limpos e com carinha de novos. E sem carpete, o que pra mim (alérgica e asmática) é sempre uma vantagem relevante. 

O atendimento é profissional, sem mesuras — mas conseguia dar conta do recado, mesmo com o movimento no hotel, que estava lotado.

Detalhes do banheiro

Os apartamentos são bem amplos, com três camas de solteiro e bom espaço para circulação. Gostei dos colchões (já que me deram três camas, banquei a Cachinhos Dourados e dormi nas três) e travesseiros, mas não dos lençóis, daqueles quase transparentes. 

Só as duas camas das pontas têm o privilégio da luz de leitura na cabeceira. A bancada de trabalho também é boa, com diversas tomadas e frigobar embutido. O quarto tem ainda um armário com cofre (poucos cabides) e bancada para a mala.

O banheiro, novinho, é bem amplo, com secador de cabelo e espelho de aumento.



O ar condicionado funcionou muito bem (estava fazendo um calor de derreter catedrais no Rio de Janeiro), assim como o WiFi gratuito. A oferta de canais a cabo na TV é exígua demais.

As duas grandes falhas do Atlântico Rio são o café da manhã — muito sem graça, com pouca variedade em todos os itens — e a longa espera pelos elevadores. O edifício tem 18 andares, 195 apartamentos e estava lotado no fim de semana. Resultado: os três elevadores (um usado para serviços) não davam conta do movimento.

Se sua expectativa for um hotel básico, bem localizado e com tarifas pagáveis (em se tratando de Rio de Janeiro), na casa dos R$ 300, posso recomendar o Atlântico Rio sem susto.


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