domingo, 22 de outubro de 2017

Cidade do Panamá: 2 dicas de restaurantes

Peixe com curry e coco: o Panamá tem uma culinária sedutora
Peixe, banana, leite de coco, milho e temperos — muitos temperos. A comida panamenha expressa a diversidade de culturas que se encontraram naquela faixa estreita de terra que conecta as Américas. O resultado é cheiroso e muito saboroso.

Desde o Século 16, o Panamá é um país movimentado, a rota que as riquezas da Costa do Pacífico precisavam atravessar para chegar à Espanha, ponto de chegada de aventureiros, piratas, colonos e africanos escravizados que juntaram suas tradições culinárias às dos povos originais para formular uma gastronomia cheia de personalidade.

A primeira coisa que notei nos sabores panamenhos é que eles sabem colocar toques doces em pratos salgados com muita competência, alcançam lindos resultados da mistura de curry com leite de coco e tomam sopa no almoço (o famoso sancocho) sem desmaiarem naquele calorão.

Minha passagem pelo Panamá foi curta, mas meu encontro com a culinária local me deixou com vontade de voltar. Veja minhas dicas de restaurantes para provar a gastronomia do Istmo.

El Trapiche 
Vía Argentina, El Cangrejo. Diariamente, das 7h às 23 horas


Camarão com molho de coco — os potinhos de ketchup são "homenagem" à minha "cara de gringa", segundo o garçom 😆
Este restaurante simplão e barato fica na esquina do meu hotel e foi muito bem recomendado por Roque, meu guia na cidade. A casa serve do café da manhã ao jantar e o cardápio vai do sanduba aos frutos do mar. Esse ecletismo não costuma ser bom sinal, mas o Trapiche fez do meu primeiro almoço no Panamá um verdadeiro banquete.

O restaurante é meio caído, mas o cozinheiro é bom
Pedi os camarões com molho de coco, bem temperado e servido com pedacinhos de coco torrados, crocantes... Um jogo de texturas e uma viagem de sabor. Apenas amei!

A continha, com bebidas, ficou em US$ 24.

Siroco: ótima surpresa
Siroco Panama
Edificio 7-27, Calle 7a Este, Casco Antiguo. Diariamente, das 11h às 2h da manhã

Escolhi este restaurante moderninho, bonito e elegante como second best. É que eu estava decidida a provar os encantos do peruano Nazca 21 (Calle 8a Este, Casco Antiguo, diariamente, das 12h às 23), que me foi recomendado por “apenas” quatro fontes distintas. Ma o Nazca não abriu para o almoço e, virando a esquina, dei de cara com o Siroco. Arrisquei e acertei.

O Siroco funciona em um casarão do Casco Antiguo, tem decoração de muito bom gosto e atendimento profissionalíssimo. Tem ambientes com ar-condicionado, mas preferi sentar no pátio central, agradável e sossegado e até fresquinho, considerando a temperatura do lado de fora.

Pedi robalo com curry e leite de coco, levemente adocicado e muitíssimo saboroso.

A conta ficou em US$ 35, sem bebidas alcoólicas.




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