domingo, 10 de janeiro de 2016

O que ver em Pompeia

O Fórum de Pompeia. Ao fundo, o Templo de Júpiter e o Vesúvio
Uma das maiores alegrias da minha vida de viajante foi finalmente conhecer Pompeia. As escavações da mais famosa das cidades destruídas pela erupção do Vesúvio, no ano de 79 d.C, é realmente uma visita impressionante, que recomendo a todo mundo que goste pelo menos um tiquinho de história.

Tem muita coisa para ver em Pompeia. Eu passei a tarde lá, mas nem cheguei perto de ver tudo. Taí uma ótima desculpa para voltar :). Neste post — que, aviso, está enooorme — procurei organizar as informações práticas e mostrar os principais pontos que consegui visitar no sítio arqueológico. Espero que ajude você a programar sua passagem por lá. Uma coisa eu adianto: vai valer muito a pena.

Por que ir a Pompeia
Caminhar pelas ruas de uma cidade congelada no tempo, adivinhando seu cotidiano, é um dos maiores encantos de Pompeia
Dá pra contar nos dedos os sítios arqueológicos do planeta capazes de rivalizar com Pompeia, em termos de popularidade. Talvez seu encanto derive da tragédia: a interrupção da vida na cidade, com a erupção do Vesúvio, no ano de 79 da nossa era — e a vasta literatura, subliteratura e filmografia ancoradas no peso dramático desse enredo — é um elemento quase irresistível para atrair atenções. 

A Porta Marina, uma das entradas de Pompeia, atravessa as antigas muralhas da cidade
Além disso, Pompeia é o case arqueológico por excelência, uma das primeiras grandes empreitadas de escavação do passado impulsionada pelo espírito romântico dos séculos 18 e 19. Imagine o que significou para uma cultura tão dedicada a mitificar personagens de outras eras em seus romances, telas e libretos de ópera a oportunidade de trazer de volta à luz esse cenário da Antiguidade.

Outro aspecto que pode contribuir para o apelo de Pompeia é seu grau de preservação. Mal acostumados pelas recriações de Hollywood e dos parques temáticos, onde tudo é inteirinho e arrumadinho, não temos muita paciência com o exercício da evocação.

O sítio arqueológico de Pompeia foi divido pelos estudiosos em "bairros" (regiones) e "quarteirões" (insulae). O endereço que aparece na placa identifica a Insula 7 do Bairro 7 
Nossa imaginação, em geral, morre de preguiça de olhar um monte de pedras e reconstruir, com tão pouca matéria, a suntuosidade dos palácios, a elegância de um templo ou a imponência de um castelo— quantas vezes você já ouviu alguém reclamar que Roma é muito detonada? Mas mesmo as imaginações mais preguiçosas vão curtir Pompeia, pois está tudo lá, tão preservado, que quase dá para ouvir as vozes dos moradores no burburinho das ruas.

Minha tese é que o maior encanto de Pompeia é a possibilidade de vislumbrar a vida comum que se desenvolvia em suas ruas e entre suas paredes. Vocês já repararam que cenários históricos, geralmente, são narradores de grandes fatos? É a muralha que resistiu ao cerco, o salão foi onde foi assinado um tão desejado tratado de paz ou a arena onde o herói venceu o vilão.

Pompeia fala muito mais do cotidiano do que da efeméride. Sob as cinzas do Vesúvio, o que esperou anos para ressurgir foram os testemunhos de um dia a dia — as cozinhas e seus utensílios, os pátios para o momento de sossego, as salas onde famílias falavam de temas banais. Cenários corriqueiros, onde talvez o único toque extraordinário tenha sido o lance final, o avassalador golpe da natureza que determinou sua destruição. A sedução de Pompeia é a vida real.


Um pouquinho de história
A gente se acostumou a pensar em Pompeia como “uma cidade romana”— o que ela efetivamente era, quando foi soterrada pela erupção do Vesúvio. Em seus 800 anos de história, porém, Pompeia foi grega e etrusca — os dois povos que começaram a povoação da área, por volta do Século 7 a.C — e deveu seu grande impulso de desenvolvimento aos samnitas, um povo que habitou o centro da atual Itália e que resistiu à expansão romana.

Foi sob administração samnitas, a partir do Século 5 a.C, que Pompeia floresceu. Ocupada por Roma (de quem havia se tornada aliada) em 80 a.C, virou a colônia romana de Cornelia Veneria Pompeianorum e acabou caindo no gosto da elite imperial — que era doida pela beleza e clima ameno da Campânia, como atestam Herculano, Sorrento e outros balneários queridinhos da época.


A cidade que vemos hoje — estragos do Vesúvio à parte — é o resultado de obras e investimentos realizados, principalmente, nos reinados dos imperadores Augusto e Tibério. Mas não pense que todo o estrago que você vai ver por lá é resultado da erupção. No ano 62, 17 anos antes das cinzas do vulcão sepultarem a cidade, um violento terremoto causou sérios danos a Pompeia — tão sérios que ela ainda estava em processo de reconstrução quando o Vesúvio decretou o fim de sua história.

Depois disso, Pompeia só seria descoberta no finalzinho do Século 16, quando as obras de um canal de irrigação rasgaram a cobertura de pedras-pomes (rochas vulcânicas) e cinzas. As escavações, porém, só seriam levadas a cabo 200 anos depois e seguem até hoje. No finalzinho de 2015, por exemplo, o sítio arqueológico abriu à visitação quatro novas áreas — a luxuosa casa de um rico comerciante, uma habitação de classe média, uma lavanderia e casas de banhos — recentemente restauradas.

Pórtico do edifício Eumachia, no Fórum. Ao fundo, o Templo de Vespasiano, onde ficavam as estátuas dos deuses protetores da cidade
O que ver em Pompeia
A superfície de Pompeia já escavada é bem grande, com cerca de 45 hectares (de um total estimado de 66 hectares ocupados pela cidade, em 79 d.C). Portanto, não espere ver tudo, até porque várias áreas e construções não estão abertas ao público, já que algumas estão em processo de escoramento ou manutenção e outras reservadas a estudos arqueológicos.

Se puder reservar um dia inteiro para a visita, você terá mais chance explorar Pompeia com calma, percorrendo alguns roteiros sugeridos pela administração do sítio arqueológico.

Entre as muitas maravilhas que vi por lá, acho essencial visitar pelo menos as seguintes:

As muralhas da cidade
Trecho das muralhas de Pompeia e a Porta Nocera,
 um dos sete acessos à cidade
As muralhas de Pompeia começaram a ser erguidas no Século 6 a.C, ainda na época em que gregos e etruscos se revesavam no controle da cidade. Com o domínio samnita, as fortificações foram reforçadas e o cinturão amuralhado chegou a contar com 12 torres (ainda é possível ver os vestígios de algumas delas). Sob o governo da poderosa Roma, a proteção das muralhas foi negligenciada, mas ainda há 3.200 metros de muros de pé em torno da cidade.

Os melhores lugares para ver as muralhas são a Porta Marina, um impressionante túnel que acabou se convertendo na entrada mais concorrida ao sítio arqueológico, por sua proximidade com a estação do trem da Circumvesuniana, a Porta Nocera e a Porta Ercolano. A cidade tinha sete portas de acesso.

O Fórum
Os templos de Apolo (esq) e de Júpiter (ao fundo) são os principais edifícios religiosos do Fórum de Pompeia
Coração das cidades romanas, o Fórum era o centro das atividades políticas, administrativas e comerciais. O de Pompeia, erguido principalmente durante o Século 2 a.C. (antes da cidade ser propriamente romana, mas já sob a influência daquele poderoso umbigo do mundo), ocupava um amplo espaço, com mais de 5 mil metros quadrados.

Para quem entra na cidade pela Porta Marina, o Fórum é a primeira grande atração que se apresenta ao visitante. Os templos de Apolo e de Júpiter são as principais construções religiosas do Fórum de Pompeia. Entre as construções civis estavam o Tabularium (arquivo) e o Comitium (de onde deriva a palavra comício), onde os cidadãos debatiam e votavam propostas sobre a vida da cidade.

O Templo de Apolo, no Fórum 
Ainda nos limites do Fórum, preste atenção ao pórtico do edifício construído pela  sacerdotisa Eumachia para servir de sede à guilda dos fullones (espécie de tintureiros que tratavam os tecidos, deixando-os prontos para o uso) de Pompeia. A indústria dos tecidos de lã teve um papel importante na economia da cidade. Ao fundo desse pórtico está o Templo de Vespasiano, que abrigava as estátuas dos Lares Publici (deuses protetores da cidade).

Termas do Fórum

Os banhos públicos eram bem populares em Pompeia (como em qualquer cidade romana), usados no dia a dia pelos moradores. As Termas do Fórum parecem ter sido um dos estabelecimentos mais elegantes da cidade, a julgar por sua suntuosa decoração, e foram construídas quando Pompeia já estava sob pleno domínio de Roma.

As Termas do Fórum dispunham de sessões separadas para homens e mulheres. Se você já foi a um hammam (eu fui a um massa em Córdoba, na Andaluzia), não estranharia uma terma romana, que também contava com piscinas de água fria (frigidarium), morna (tepidarium) e quente (caldarium) e onde se podia receber massagens com óleos aromáticos e unguentos.

A decoração em estuque no interior das Termas do Fórum...
Basílica
A Basílica de Pompeia: espaço para administração da justiça e celebração de contratos
Quando a gente ouve falar em Basílica, pensa logo em igreja. Para os romanos, porém, esse é o espaço destinado à tomada de decisões, uma herança das assembleias gregas, geralmente dedicado à administração da justiça.

A Basílica de Pompeia, construída no Século 2 a.C., nas proximidades do Fórum, abrigava um tribunal e também servia de espaço para negociações e celebrações de contratos comerciais.

Termas de Stabia 
Decoração do teto de uma das salas das Termas de Stabia
Essa era a casa de banhos mais antiga de Pompeia, datada possivelmente do Século 4 a.C. O edifício que vemos atualmente — e que está impressionantemente bem preservado — é cerca de 200 anos mais recente, resultado de uma ampla renovação. Além das piscinas fria, morna e quente, essas termas contavam ainda com uma piscina de natação.

A tecnologia empregada nas Termas de Stabia era a mais moderna da época, um engenhoso sistema de tuneis que permitiam a circulação do calor sob o piso, aquecendo as piscinas e os ambientes.

Uma das vítimas do Vesúvio repousa em uma das salas das Termas de Stabia
A decoração em estuque no teto da entrada é deslumbrante, mas o que mais chama a atenção dos visitantes é o molde em gesso de um dos corpos encontrados no interior da casa de banho – os “corpos” encontrados sobre as cinzas do Vesúvio e expostos em Pompeia e no Museu Arqueológico de Nápoles, na verdade, são feitos em gesso, material usado para preencher o espaço deixado sob a cinza compactada após a decomposição da matéria orgânica.

O Thermopolium de Vetutius Placidus
Essas versões antigas das tabernas eram muito populares em Pompeia
Se eu tivesse que escolher a minha construção favorita em Pompeia, quase com certeza seria essa versão antiga da taberna ou do botequim. O thermopolium era exatamente isso: um lugar onde os fregueses podiam comer e beber e, acho eu, jogar conversa fora.

Esse tipo de estabelecimento era muito popular em Pompeia, tanto é que os arqueólogos já escavaram nada menos que 89 deles, o que resulta em um boteco para cada 224 moradores.

O thermopolium tinha um balcão voltado para a rua, com buracos onde eram colocados os recipientes de cerâmica com os alimentos e bebidas — uma versão antiga do fast food? — mas também tinha um salão na parte de trás, onde era possível reclinar e fazer uma refeição mais tranquila.

Os romanos não comiam à mesa, mas reclinados em divãs, sabia? Eu sempre lembrava isso aos meus pais, quando reclamavam da minha mania adolescente de comer largada no sofá :).

Fullonica de Stephanus


Uma fullonica era uma oficina onde a lã era processada, tecida, tingida e lavada, deixando o material pronto para uso. Um material essencial nesse processamento era a urina, que era coletada em grandes jarras dispostas em edifícios públicos, já que os têxteis estavam entre os principais motores da economia de Pompeia — a cidade chegou ter 13 fullonicae (chiquérrima, eu, fazendo plural em latim, rssss) em funcionamento e a importância dessa atividade explica a proeminência do edifício de Eumachia, sede da guilda da corporação, de frente para o Fórum.

A fullonica de Stephanus é considerada um exemplar típico dessa indústria pompeiana e a rica decoração em afrescos e estuque aponta que o negócio ia de vento em popa.

Anfiteatro
O anfiteatro, dedicado a lutas de gladiadores
O Anfiteatro é uma das construções mais impressionantes de Pompeia e é considerado um dos exemplares mais preservados da Antiguidade. Tinha capacidade para 20 mil espectadores — a totalidade da população da cidade na época da erupção do Vesúvio. Era usado para lutas de gladiadores. 

Uma história curiosa é que uma disputa entre lutadores representantes de Pompeia e Nocera (cidade próxima) acabou com pancadaria e quebra-quebra entre os torcedores, o que levou Pompeia a perder o “mando de campo”, com seu anfiteatro banido como sede de jogos por 10 anos. A pena, porém, foi suspensa apenas três anos após a decretação, como forma de animar os moradores de Pompeia, após o furioso terremoto do ano 62 d.C.

O ginásio de esportes, ou palaestra
O ginásio de esportes: no centro desse gramado havia
 uma piscina para a prática de natação
Esta é outra construção impressionante em Pompeia, dedicado à prática esportiva dos jovens da cidade, atividade muito estimulada pelo imperador-deus Augusto. Antes da erupção, uma frondosa fileira de figueiras ajudava a sombrear os três lados desta construção, com seus pórticos em colunas e uma piscina no centro, para a prática de natação.

Anote: Quando eu digo que vou ter que voltar a Pompeia, não estou brincando. Duas das mais famosas atrações da cidade estavam fechadas no dia que passei por lá, a Vila dos Mistérios e a Casa do Fauno. Além disso, não deu tempo de ver outros lugares importantes, como os dois teatros, o Lupanar e a Padaria. Você, porém, deve ficar de olho para não perder essas visitas.

Uma curiosidade: vem de palaestra o nome original de Palmeiras e Cruzeiro, clubes de futebol fundados por imigrantes italianos, que até a Segunda Guerra Mundial (quando a Itália se aliou ao Eixo e o Brasil lutou com os aliados) eram chamados de Palestra Itália.

Como organizar sua visita a Pompeia
Afresco em uma casa de Pompeia
Como chegar
Aqui no blog já tem um post bem detalhado sobre como ir a Pompeia e Herculano, a partir de Nápoles, usando transporte público — o trem da Circumvesuviana, que também serve para quem está em Sorrento.

Se a sua ideia é ir de Roma direto para Pompeia, pode pegar o trem para Nápoles e, a partir daí, seguir as mesmas indicações que estão no post. Só alerto é bom sair cedo da capital italiana, para aproveitar melhor a visita. A contraindicação dessa alternativa é que você vai deixar de ver Nápoles e eu, suspeitíssima, pela minha paixão por essa cidade, acho isso um pecado imperdoável :).

O Anfiteatro
Horários
De 1º de abril a 31 de outubro: das 9h às 19:30 (entrada só até às 18h). De 1º de novembro a 31 de maço: das 8:30h às 17h (último acesso às 15:30h). Fechado apenas nos dias 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro. Os horários podem mudar, portanto, cheque as informações no site oficial de Pompeia.




Ingressos
Para ver apenas Pompeia, os bilhetes custam € 13. Se for visitar os outros sítios arqueológicos da região do Vesúvio – Herculano, que vale muito a pena, Oplonti  e Boscoreale —, é melhor compra o tíquete combinado, com validade para três dias, que custa € 22. Só na combinação Pompeia+Herculano você já economiza, pois a entrada para esse segundo sítio custa € 11. Há mais um sítio na área, Stabia, que tem entrada gratuita.


Visitei Pompeia no inverno e, apesar de o trem para lá estar lotado de turistas, a fila da bilheteria não chegava a ser assustadora. Mas se você quiser ganhar tempo, também pode comprar a entrada antecipadamente, pela internet

Pompeia e os demais sítios vesuvianos têm entrada gratuita no primeiro domingo de cada mês.



Providência indispensável
É fundamental ter um mapa e um guia explicativo de Pomeia para aproveitar melhor a visita. O site oficial dos sítios arqueológicos vesuvianos oferece ótimos livretos em pdf, que você baixa gratuitamente e pode levar com você, impressos ou no celular. Graças a esse guia, minha visita ficou muito mais interessante e eu posso agora repassar tantas informações pra vocês.

 Além de Pompeia, também estão disponíveis guias de Herculano, Stabia, Boscoreale e Oplonti. 

Uma sala das Termas do Fórum
O guia de Pompeia conta um pouquinho da história da cidade e apresenta, com fotos, as principais construções que você verá na cidade, descrevendo seu uso e apresentando o contexto histórico de cada monumento. Não tem uma versão em português, mas está disponível em italiano, inglês, espanhol, francês e alemão.

Também dá para baixar um mapa, que vai facilitar muito sua movimentação por lá.

Mapa do Sítio Arqueológico de Pompeia

O interior do Anfiteatro
Pra sua visita ficar mais confortável
O Sítio Arqueológico de Pompeia é grande. Como já falei, são 45 hectares já escavados (de um total de 66 hectares, que é a área estimada do núcleo urbano, antes da erupção do Vesúvio), a maior parte conservando o calçamento original, que tem trechos muito irregulares — se você já caminhou pelas ruas de Paraty e Tiradentes ou pelo Pelourinho, vai ter uma ideia do que vai encontrar por lá.

Então, a primeira providência é usar calçados bem confortáveis, sem salto, e se preparar para andar um bocado.


No verão, a região da Campânia, onde fica Pompeia, é célebre pelo calor. Portanto, não esqueça o chapéu, os óculos escuros, o protetor solar e uma garrafinha de água, se for visitar as escavações em um dia quente. Você não vai encontrar muita sombra por lá, ou recantos onde possa sentar (e nem pense em sentar nos restos de muros, rss) e descansar, portanto, prepare-se.

Se quiser levar um lanchinho, a única área onde é permitido comer é o espaço para piquenique, próxima da Porta Nola (uma das entradas das escavações).

A Superintendência do Patrimônio Arqueológico, que administra as escavações, recomenda que as pessoas com dificuldade de locomoção acessem o parque pela entrada próxima ao Anfiteatro.


Outra recomendação da administração é que os visitantes que, ao contratarem um guia para a visita, peçam para ver a licença do profissional. Os guias costumam aguardar os turistas nas entradas das escavações. Não esqueça, também, de negociar o preço, antes de iniciar a visita guiada.

Também está disponível um serviço de audioguia. Informe-se nas portarias do sítio arqueológico.


Leia também:
Herculano, a irmã menos famosa de Pompeia 

Mapa-índice de destinos na Itália
Dicas de atrações, roteiros, hospedagem, restaurantes e transporte.
Clique nos ícones para acessar os links




A Europa na Fragata Surprise

Curtiu este post? Deixe seu comentário na caixinha abaixo. Sua participação ajuda a melhorar e a dar vida ao blog. Se tiver alguma dúvida, eu respondo rapidinho. Por favor, não poste propaganda ou links, pois esse tipo de publicação vai direto para a caixa de spam.
Navegue com A Fragata Surprise
Twitter     Instagram    Facebook    Google+

6 comentários:

  1. Adorei o seu relato! Muito bem detalhado.

    ResponderExcluir
  2. Muito legal seu post! Gostei tanto das informações quanto das fotos! Adoro a história do Império Romano... Pelo seu relato, parece ser um passeio riquíssimo!! Valeu!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Liliane :). É um passeio maravilhoso, mesmo. Acho que até quem não se interessa por história curte.

      Excluir
  3. Excelente, vou compartilhar na minha página de turismo!

    ResponderExcluir