sábado, 6 de setembro de 2014

Minas: fim de semana
em São João del Rei e Tiradentes

A igrejinha do Rosário dos Pretos, em Tiradentes. 
Lá no fundo, a Matriz de Santo Antônio
Meu último fim de semana de julho foi uma delícia. Estive em São João del Rei e Tiradentes, no I Encontro de Inverno de Blogueiros de Viagem, organizado por Antonio Rômulo, do blog Retrip Viagens. É sempre bacana encontrar pessoas que deliram com as mesmas coisas que eu e foi um prazer trocar informações, dicas e sonhos de viagens com integrantes da Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem (RBBV).

O Solar dos Neves, no Centro Histórico de São João del Rei, pertence à família do presidente Tancredo Neves e é o casarão mais conhecido da cidade
Também assistimos duas palestras bem legais. Antonio Santos, do blog Trip e Aventuras, falou sobre Propriedade Intelectual e Claudia Beatriz Saleh, do Aprendiz de Viajante, falou sobre a profissionalização dos blogs e o uso das redes sociais para amplificar a divulgação do nosso conteúdo — quem pensa que blogueiro de viagens só viaja não tem ideia do quanto nós buscamos aprender para melhorar nossos blogs a cada dia...

Centro Histórico de São João del Rei: que boa surpresa!
O resultado de todo esse intercâmbio (que é permanente, pois estamos sempre em contato nas redes), eu espero que se reflita cada vez mais nas páginas da Fragata.

Mas sei que você, leitor, já está ávido para saber quais foram as dicas de viagem bacanas que eu trouxe de São João del Rei e Tiradentes. Então, sem mais delongas, vamos lá :)

O que fazer em São João del Rei e Tiradentes
Trenzinho: o jeito mais bonito de chegar a Tiradentes
Passear de Maria Fumaça
Tem coisa que seja mais a cara de Minas Gerais que um passeio de trem? Aquele horizonte que sobe e desce no embalo das montanhas combina direitinho com o ritmo da locomotiva e o balanço suave dos vagões.

Plataforma de Estação de São João del Rei
Eu já tinha adorado ir de trem até Barão de Cocais, a caminho do Santuário do Caraça, mas o passeio entre São João del Rei e Tiradentes conseguiu ser ainda mais gostoso, graças ao charme da Maria Fumaça, do final do Século 19, que margeia o trecho da Estrada Real entre as duas cidades, arrastando antigos vagões de madeira bem restaurados e bem cuidados.

Pirulitos de mel e outros docinhos do tempo das avós vendidos a bordo do trem. A miniatura da Maria Fumaça na Estação de São João del Rei e a locomotiva pronta para a viagem de volta, na Estação de Tiradentes
 O trajeto de 12 quilômetros é feito em 35 minutos. Antes da partida, não deixe de experimentar os “doces de antigamente” oferecidos por vendedores em tabuleiros muito bem arrumadinhos e forrados por paninhos imaculadamente brancos, como os da casa da avó – o pirulito de mel me fez voltar à infância...

Na chegada a Tiradentes, o encanto continua no encontro com a pequena Estação Ferroviária, de 1881. Preste atenção à manobra da locomotiva, que é girada em um rotunda e virada na direção de São João del Rei, para fazer o caminho de volta.

Blogueiros a bordo. À direita, um vagão antigo na estação de São João del Rei
A chegada a Tiradentes e, abaixo, a locomotiva sendo virada, para fazer o caminho de volta


O passeio de Maria Fumaça é oferecido sempre nos fins de semana e feriados, com duas partidas de cada cidade. De São João, às 10h e às 15h, nas sextas e sábados, e às 10h e 13h, aos domingos. De Tiradentes, as saídas são às 13h e 17 (sextas e sábados) e às 11h e 14h (domingos). A passagem custa R$ 40 para adultos (ida e volta R$ 56).

Crianças, estudantes e maiores de 60 anos pagam metade desse valor e menores de cinco anos viajam de graça. Nosso passeio na Maria Fumaça foi feito a convite da ferrovia. A Estação de São João del Rei fica na Rua Hermílio Alves nº 366. A de Tiradentes fica na Praça da Estação.




Tem coisa melhor que comidinha feita no fogão a lenha?

Vistar um engenho de cachaça do tempo da Colônia
A 20 quilômetros de São João del Rei, no município de Coronel Xavier Chaves, o Engenho Boa Vista mantém viva a tradição da cachaça fabricada pela Família Xavier, parentes de Tiradentes, desde 1775. O engenho recebe visitantes para a degustação de cachaças – entre elas, o carro chefe da casa, a Século XVII — aos sábados, das 11h às 13h.

Caldo de frango com fubá e linguicinha mineira... 
... e moda de viola
Com agendamento prévio, o engenho organiza uma noitada bem mineira, como a que desfrutamos. Para acompanhar os copinhos de pinga tinha linguicinha com geleia (de jabuticaba, de pimenta...) e caldo de frango com fubá torrado, tudo preparado no fogão a lenha e à vista do freguês. Enquanto isso, músicos locais mandavam ver nas modas de viola. Uma festança.

Nossa visita foi organizada pela Agência de Turismo Viva Minas, de Tiradentes (fone 32 3355-1811), mas você também pode entrar em contato diretamente com o Engenho Boa Vista (32- 3357-1238).

Descobrir o Centro Histórico pouco badalado  e muito bonito em São João del Rei
A Ponte da Cadeia, no Centro Histórico de São João del Rei

Taí uma surpresa boa: o Centro Histórico de São João del Rei é encantador. Em um estado com tanta concorrência, como Ouro Preto, Mariana e Sabará, sem falar da vizinha badalada, Tiradentes, sobra pouca atenção para o conjunto setecentista da cidade, que mantém um belo casario e algumas igrejas que valem a visita. Melhor para o visitante, que pode admirar o patrimônio arquitetônico de São João sem se acotovelar com as multidões.

O ideal é contratar um passeio guiado pelas ruas centrais para conhecer um pouco da história do antigo Arraial Novo do Rio das Mortes, povoado que deu origem a cidade. Nós fomos acompanhados por um guia da Agência Viva Minas. Depois do passeio guiado, é bacana caminhar por conta própria, para descobrir cantinhos que os guias não mostram. Não deixe de entrar nas igrejas de São Francisco e do Carmo, dois belos exemplares do rococó mineiro.


A Igreja do Rosário e o belo altar mor da Igreja de São Francisco
O encanto dos balcões de São João del Rei
O Cruzeiro da Capela de São Francisco de Paula, em Tiradentes 
Do outro lado, a Matriz de São Francisco

Tiradentes vista do adro da Matriz de São Francisco

Brincar de voltar no tempo em Tiradentes
O passeio de Maria Fumaça já ajuda a entrar no clima, mas acho que até chegando de nave espacial é impossível escapar da sensação de que Tiradentes permanece em outro tempo. A cidade é puro encantamento, com suas ruas cercadas por bosques muito verdes e sua janelas delicadamente enfeitadas por cortinas de crochê.
Quem gosta de janelas, como eu, pira em Tiradentes :)
A sensação não é completa pela excessiva presença dos automóveis, nas áreas mais movimentadas, onde se concentram bares, restaurantes e comércio (será que não dava pra limitar o trânsito dos carros, que parecem tão incongruentes naquele cenário?).


Nossa primeira visão da cidade foi daqueles que pegam de jeito: uma panorâmica de todo o núcleo histórico, do alto do morro onde está a Capela de São Francisco de Paula, com seu curioso cruzeiro, que lembra muito os usados em Cusco para adornar as cumeeiras das casas.  Outro lugar fantástico para ver a cidade do alto é o adro da Matriz de São Francisco, a igreja mais importante da cidade, com um belo interior barroco (o ingresso custa R$ 3, não deixe de entrar, viu?). 

O maior encanto de Tiradentes: 
as ruas cortando verdadeiros bosques
Mas a grande delícia de Tiradentes é andar à toa, descobrindo cantinhos menos explorados, como a região onde está a Igreja das Mercês, uma área cercada de bosques e muito sossegada, ou a surpresa de topar com a celebração do Congado de Nossa Senhora do Rosário, que movimentou o Largo das Forras, principal praça da cidade, na tarde do domingo. A missa, na Capela do Bom Jesus da Pobreza, foi acompanhada de tambores e com cânticos no forte ritmo herdado da África, Simplesmente de arrepiar...

O Congado é uma manifestação religiosa de matriz africana muito bonita e característica de Minas Gerais. O grupo de Congado de Tiradentes tem uma página no Facebook onde anuncia os eventos. Pra saber quando há celebrações, fique de olho no Face. 

Ruas de Tiradentes

Dicas práticas de São João del Rei e Tiradentes
A beleza do casario e moldura das montanhas:
Tiradentes é um sonho
Como Chegar
Do Aeroporto de Confins ao Centro de BH
Minha viagem começou em Belo Horizonte, onde pernoitei antes de seguir para São João del Rei. Como cheguei à noite (20 horas) e ainda queria um tempinho para jantar, resolvi pegar um táxi e escolhi uma das companhias oficiais que operam por lá (sempre acho mais seguro do que pegar táxi comum).

A corrida tem preço tabelado de R$ 105 para o Bairro de Lurdes, onde fiquei hospedada. Confins fica mesmo muito longe do Centro (já falei que é o único aeroporto sincero que eu conheço), 40 km ao Norte da cidade. À noite, sem nenhum trânsito (não peguei sequer um sinal vermelho), levei 45 minutos no trajeto.

De Belo Horizonte a Confins, na volta de São João del Rei, desci na Rodoviária de BH e lá mesmo já peguei o ônibus para Confins. A empresa que faz o trajeto é a Unir, com partidas a cada 15 minutos. Procure o guichê 10, onde são vendidos os bilhetes (custam R$ 9,91, com a taxa de embarque). A Rodoviária é bem sinalizada e tem elevadores para as plataformas, poupando o sufoco de descer escadas com malas.

Não leve a sério o cálculo de 60 minutos para o trajeto até o aeroporto. Dependendo do trânsito, pode demorar o dobro desse tempo, como aconteceu comigo — peguei o ônibus das 17:30h. Pense nisso na hora de calcular seu horário de partida, para não correr o risco de perder o voo.

De Belo Horizonte a São João del Rei 
A empresa que cobre esse trajeto é a Viação Sandra, que tem vários horários (dá para consultar a oferta de vagas nos ônibus pela internet, embora não haja venda de passagens online). A viagem leva 3h30 (tem uma rota por Barbacena que é ainda mais demorada, cerca de 4 horas) e a passagem custa R$ 49,85.

O ônibus faz várias paradas no caminho, a mais longa (15 minutos) em Congonhas, a cidade dos Profetas de Aleijadinho. Fique esperta na janelinha, pois o caminho até São João margeia vários trechos da antiga Estrada Real e, além da bela paisagem das montanhas, dá para ver antigas fazendas, igrejinhas e outras fofuras.

A Estação Rodoviária de São João del Rei é pequena, mas organizada. Não tive dificuldade em pegar um táxi até a pousada.


Hospedagem em Belo Horizonte 
Clarion Lurdes Hotel 
Rua Bernardo Guimarães nº 2032


Clarion: quarto grandão e boa localização
Esse hotel tem uma ótima localização, a 600 metros do terminal Álvares Cabral, de onde partem os ônibus executivos para o Aeroporto de Confins (R$ 21). O bairro de Lurdes é um dos mais gostosos do centro de BH, com com boas opções de restaurantes e botecos fantásticos e a um pulo da Praça da Liberdade.

O Clarion é bem convencional, com quartos enormes, mas um pouquinho sem personalidade. Não dá para reclamar do conforto, porém: a cama é gostosa (com luz de leitura!!), os travesseiros são decentes, a bancada de trabalho é ampla e com todas as tomadas que eu precisava para carregar as baterias da minha tralha de blogueira, que está ficando cada vez maior. Gostei do WiFi, gratuito e bem rápido.
O estilo é convencional, mas não dá para reclamar do conforto
O quarto tem armário, cofre, ar condicionado, ferro e tábua de passar roupa, além de um apoio para a mala e um sofá de três lugares, que fica ao lado da área de trabalho. A TV de tela plana pode ser virada para o sofá ou para a cama. Logo na entrada fica uma área com micro-ondas, cafeteira e frigobar.

Não tomei café da manhã no hotel, pois resolvi dormir um pouco mais. Também não experimentei a sauna, a piscina, a academia ou o restaurante. A diária, para ocupação single, foi de R$ 247.

Hospedagem em São João del Rei
Pousada Paço do Lavradio  
Rua Jose Bráulio de Santana nº 20, Colônia do Marçal


Meu quarto na Pousada Paço do Lavradio dava para esse balcão
Eu tinha escolhido essa pousada, a sete quilômetros do Centro da Cidade, porque o plano original era ir de carro para São João del Rei. A distância, porém, não chega a atrapalhar os planos de quem está a pé, já que é fácil e barato se movimentar de táxi por lá (da Rodoviária até a Pousada, o táxi custa R$ 16).

A sala de estar da pousada, com a lareira à direita
O que perdi em proximidade com o Centro, ganhei com sobras em conforto e aconchego, pois a pousada é muito bonita, bem decorada e com uma área comum deliciosa (a lareira da sala de estar foi perfeita no frio de 13 graus que peguei por lá).

No grande jardim há um parquinho para crianças, piscina e um gazebo (esses dois, mais recomendáveis para épocas mais quentes). Um salão separado da casa principal é o espaço onde são servidos o café da manhã e o chá da tarde, incluídos na diária.

Outro cantinho da sala de estar
A ala dos apartamentos (à esquerda)
e detalhes da decoração da sala de estar 
O quarto da pousada é bem amplo, a cama é muito confortável e o banheiro é enorme. Tem ar condicionado e TV, mas senti falta de calefação para enfrentar os 13 graus de temperatura. Outro defeitinho é a ausência de secadores de cabelo nos quartos: você tem que pegar emprestado na recepção.

Apesar desses dois detalhes, foi uma estadia muito gostosa, não só pela estrutura da pousada, mas também pela simpatia da equipe que atende os hóspedes. Recomendo. A diária do apartamento superior, em julho, para ocupação dupla ou single, custou R$ 190.

Hospedagem comentada – índice reúne todos os posts sobre o tema publicados no blog

Minha caminha fofa e o detalhe da cortina bordada na janela


Onde comer em Belo Horizonte
Udon 
Rua Gonçalves Dias nº 1965, na altura da Rua São Paulo



Adoro comida japonesa e tinha ouvido falar bem desse restaurante, que fica a pouco mais de uma quadra do hotel. O ambiente é bem agradável, meio escurinho e com uma trilha sonora simpática.

Preferi sentar no balcão -- só de olhar os peixes na vitrine, meu apetite se assanha -- e pedi duas duplas de sushi, para começar, de atum e de enguia, que estavam bem preparadinhas.

Para completar, pedi uma porção do Makimono Especial, enrolado na fatia de salmão, com shimeji e molho teriaki. Estava simplesmente uma delícia, mas se você for ao restaurante com um namorado novo, não peça esse prato, porque é bem difícil impedir que o salmão com teriaki deslize do hashi e caia na sua blusa (eu ainda bem que eu estava de roupa escura, rsss). O restaurante não é barato (paguei cerca de R$ 80 pelo jantar, sem bebida alcoólica), mas valeu a pena.

O Centro Histórico de São João del Rei tem boas opções de restaurantes
Onde comer em São João del Rei

Villeiros 
Rua Aureliano Mourão 131, Centro
Esse restaurante a quilo fica bem no centro de São João del Rei, a poucos passos da Igreja de São Francisco, e serve uma comidinha mineira de responsa, a um precinho muito camarada. No bufê, você vai encontrar todos os pratos famosos da culinária local. O frango com quiabo, o meu preferido, estava um escândalo. Pense em gastar algo como R$ 25 por lá, com sobremesa e refrigerante.

Del Rey Café
Avenida Tiradentes nº 553, centro
Jantei lá na minha última noite na cidade, na ótima companhia de Carol May Rodrigues, do blog Dicas e Roteiros de Viagens. Pedimos Filé à Osvaldo Aranha, que é um dos carros chefes da casa. A porção beira o pantagruélico, mas estava tão gostosa (e a nossa fome tão assanhada), que devoramos os nossos pratos até a última batatinha. Com refrigerantes, gastamos em torno de R$ 60 cada uma.

Restaurante Albatroz - Garden Hill Small Resort 
BR-383, km 96. Almoçamos no restaurante do hotel, a convite, no primeiro dia do nosso encontro, já que foi lá que foram realizadas as palestras. O bufê mineiro estava muito gostoso (o franguinho com ora-pro-nobis estava demais) e variado. Boas sobremesas, também.

Onde comer em Tiradentes

Pátio Libertas 
Avenida Israel Pinheiro nº 32, Várzea


Bar no Pátio Libertas, em Tiradentes
 Esse complexo de lazer e gastronomia fica próximo à Praça da Estação e reúne bares, restaurantes (muitos com música ao vivo) e a Cervejaria Tiradentes, que faz uma cerveja artesanal bem reputada. Visitamos a fábrica, vimos o processo de produção da bebida e jantamos no Boteco da Fábrica, o restaurante anexo, mas confesso que prestei mais atenção no papo do que na comida :)

Café Marcas Mineiras
Praça das Mercês nº 49
Escondidinho por trás do casario,
o quintal do café se abre para um bosque
Eu e Carol May descobrimos esse café totalmente por acaso. Estávamos caminhando pela bela região em torno da Igreja das Mercês, muito mais sossegada que o centrinho de Tiradentes, quando vimos uma portinha com um balcão e a plaquinha. Chegamos a sentar nos tamboretes, quando o dono apareceu para nos atender e perguntou se não preferíamos "sentar lá dentro".

Entramos e parecia que tínhamos descoberto a caverna de Ali Babá: um gramado enorme, com um bosque ao fundo, nos esperava. Tudo bonito, aconchegante, charmoso. Daqueles lugares que não dá mais vontade de ir embora. Amei tomar café feito no coador de pano (comprei um kit igualzinho ao da foto).

Café no coador, um prazer muito mineiro
Além de servir cafés para todos os gostos e bolinhos bem caseiros, o lugar também é uma bonita loja de artesanato da terra, que vende do móvel ao bibelô. Uma perdição!

Doces Mineiros
Ruas Direita e Ministro Gabriel Passos

Fala se não é pra enlouquecer diante de tanta gostosura
O prazer de caminhar por Tiradentes fica ainda maior se você parar em uma das lojas de doces típicos locais, no centrinho de Tiradentes. Foi em uma delas que 19 ávidos blogueiros irromperam, em uma até então pacata tarde de sábado, para garantir seus suprimentos de gostosuras como quem se abastece para o fim do mundo.

Eu mesma, sempre tão frugal (risos), saí de lá com balinhas de coco (inacreditáveis), docinhos cristalizados de casca de limão (humm), casca de laranja (ahhh), abacaxi (ohhh), figo (êêê), mamão... São vendidos a peso (R$ 7,80 cada 100 gramas) e o imenso balcão onde ficam expostos foi uma das visões mais celestiais que eu tive, nos últimos anos :)

Mais sobre Minas Gerais

Os blogueiros em frente à Matriz de Santo Antônio, Tiradentes.
A foto é de Lilian Brandão/Nerds Viajantes


I Encontro de Inverno de Blogueiros de Viagens em São João del Rei e Tiradentes, idealizado e organizado por Antonio Romulo Jr. do (Retrip Viagens), foi realizado de 25 a 27 de julho de 2014, em São João del Rei e Tiradentes, Minas Gerais. Participantes: Claudio Borges e Claudia (A 4 Pés), Cyntia Campos (A Fragata Surprise), Claudia Beatriz Saleh (Aprendiz de Viajante), Glacy Moraes (Blog da Glacy), Laura Botton (Colecionando Viagens), Nívea Atallah (Destino de Viagens), Carol May Rodrigues (Dicas e Roteiros de Viagens), Gabriela Palma (Gaby Pelo Mundo), Lillian Brandão e Helder Ribeiro(Nerds Viajantes), Renata Campos (Rêvivendo Viagens), Antonio Santos (Trip e Aventuras), Nivia Guirra (Viagens Invisíveis), Camila Navarro (Viaggiando), Luciano Attiê (Viagem sem Frescura), Rafaella Machado (Viajando sem Medo)
Parceiros do evento: Garden Hill Small Resort, Albatroz Garden Hill, Agência Viva Minas, Cervejaria Tiradentes, Trilhos de Minas e Boteco da Fábrica. Apoio: Pousada Paço do Lavradio e Pousada Buonabitacolo.

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