sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Descobrindo o Paraná

Mosaico paranaense: a cidade histórica da Lapa, araucárias, árvores símbolo do estado, uma cachoeira no Parque Histórico Iguassu...
... companheiras de viagem brincando de holandesas, na colônia de Carambeí, o Museu Histórico de Witmarsum e as pêssankas, ovos decorados típicos da Páscoa Ucraniana
O Paraná vive uma situação curiosa. Dono do segundo destino turístico mais brasileiro mais conhecido no exterior — as Cataratas do Iguaçu — o resto de seu território é muito pouco conhecido ou lembrado nas expectativas dos viajantes. É um daqueles estados que a gente “pula”, na hora de listar os lugares que conhece ou pretende conhecer.

Para consertar essa lacuna, aceitei um convite para uma presstrip promovida pela Cooperativa de Turismo do Paraná- Cooptur e lá fui eu, no último fim de semana, descobrir algumas atrações locais.
Kalena, o balé ucraniano de União da Vitória, roda d'água de um moinho em União da Vitória e o realejo da colônia holandesa de Castrolanda 
Foram cinco dias de programação intensa em terras paranaenses, passando por Curitiba (só para o almoço), pela cidade histórica da Lapa, por União da Vitória, às margens do Rio Iguaçu, por Prudentópolis, com suas tradições ucranianas, pelas colônias holandesas de Carambeí e Castrolanda (esta no município de Castro), pela colônia menonita alemã de Witmarsum e pelo Parque Estadual de Vila Velha.

Paraná Jazz Meeting, no histórico Teatro São João, da Lapa, e uma fachada do Centro Histórico da cidade. À direita,  a Taça, formação arenítica mais conhecida do Parque Estadual de Vila Velha
Foi uma temporada de esteias: além de ter sido minha primeira viagem a convite, também foi a primeira vez que eu fiz rapel — e me saí direitinho, pendurada a 70 metros do chão, sem pagar mico nem nada J

Camarim holandês no Parque Histórico de Carambeí: vista-se a caráter e entre no clima da colônia
Aliás, fiz rapel só, não. Fiz também tirolesa e uma trilha cascuda no Ninho do Corvo, uma reserva particular do patrimônio natural (RPPN) dedicada à prática de esportes radicais, em Prudentópolis.

Do outro lado da cortininha típica holandesa, o edifício original da Estação ferroviária da colônia de Carambeí, estabelecida nos Anos 50
Mas as grandes emoções dessa temporada paranaense ficaram mesmo por conta da comilança que sempre nos esperava nas cidades que visitamos. Foi muito legal provar a culinária herdada dos tropeiros, como a quirera com costelinha de porco que me fez levitar, em um jantar na Lapa.

Também descobri  doces, queijos e embutidos produzidos por descendentes de alemães, poloneses, ucranianos e holandeses e até hoje estou suspirando de saudade de uma polenta mole, servida com ragu de frango caipira, que experimentei em União da Vitória.

Para descobrir mais do Paraná, fique ligado na Fragata, que os próximos posts já estão no forno. Até mais!



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3 comentários:

  1. hahaha a comilança é sempre a melhor parte!!! rs E que legal esse roteiro, um monte de coisas interessantes e realmente desconhecidas!

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    1. Foi bacana mesmo, Fernanda. Aguarde as cenas dos próximos capítulos :)))

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  2. Oi, Samara. não consegui publicar seu comentário. Mesmo assim, obrigada por navegar com a Fragata e por comentar a postagem :)

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