sexta-feira, 26 de julho de 2013

Curaçao - dicas práticas

A estreita entrada da Baía de Santa Ana e as cores de Otrobanda, na capital, Willemstad, ficam lindas com o sol da manhã
Lá se vão 36 horas desde que cheguei de Curaçao e nem as 19 horas entre aviões e aeroportos, nem o imediato retorno ao trabalho, conseguem abalar a profunda felicidade que a ilha me deu de presente. Parece que a sensação de flutuar naquelas águas quentinhas, azuis e cristalinas gruda na pele e vai me acompanhar ainda por um bom tempo.

Os leitores mais assíduos acompanharam um pouco desses seis dias azuis pela página da Fragata no Facebook (já curtiu? Tem um botãozinho aí na coluna à direita, clica láJ).

Enquanto eu preparo posts bem detalhadinhos, com todas as dicas dessa maravilha caribenha, vá anotando as dicas práticas para organizar a sua viagem. Tudo temperadinho com muitas imagens da ilha, pra ir "abrindo o apetite". E aguardem os próximos e emocionantes capítulos de mais essa jornada da Fragata Surprise.

À tardinha, a luz é perfeita para admirar o famoso cartão postal do Handelskade, em Punda, do outro lado da Baía
Playa Lagun, pequenininha e muito linda...
Quanto tempo?
Eu fiquei uma semana (seis noites), hospedada em Willemstad, a capital, no Renaissance Curaçao ResortÉ tempo suficiente para curtir as principais praias e descobrir um pouco do rico passado e da cultura da ilha.

... a inacreditável transparência das águas de Kanepa...
... e o fundo do mar em Porto Marie, uma das melhores praias de Curaçao. Como é que uma ilha tão pequena consegue ter tantos tons de azul?
Como viajei
Pela Copa Airlines, a partir de Brasília, com conexão na Cidade do Panamá, até Santo Domingo (República Dominicana), onde peguei um voo da DAE (Dutch Antilles Express) até Willemstad. Quase morri do coração com a demora no guichê da DAE, em Santo Domingo, que quase me fez perder o voo...

O melhor é ir mesmo pela Copa, partindo de Brasília ou de outras capitais brasileiras, até o Panamá e de lá pegar a conexão para Willemstad, a capital de Curaçao.
A encantadora arquitetura colonial do bairro de Scharloo,
 em Willemstad
O retorno foi tenso: o voo da DAE saiu de Curaçao com duas horas de atraso e "resolveu" fazer uma escala não prevista em Bonaire a caminho de Aruba, onde eu pegaria o voo para o Panamá. Cheguei a Aruba na hora que o voo da Copa estava fechando e só consegui embarcar por muito boa vontade da equipe de funcionários da empresa.

Atualização: a DAE encerrou suas atividades pouco depois desta viagem. Assim você não corre o risco de passar o mesmo estresse que eu :).

Acredite: as águas de Kanepa Grandi (Grote Knip)
 são exatamente desta cor
Como circular
Alugue um carro. As melhores praias são afastadas da cidade e o transporte público é deficiente. Para dicas de como chegar às praias, veja este post:

Cuidados necessários
Atenção à bolsa e demais pertences nas praias. Peça sempre para alguém cuidar deles quando for mergulhar, pois furtos não são incomuns. Não deixe objetos de valor no carro. Assaltos são raros em Curaçao, mas furtos nas praias e carros arrombados têm sido registrados com alguma frequência.

O Mercado Flutuante, em Punda. Os barcos enfrentam até dois dias de travessia, desde a Venezuela e a Colômbia, trazendo peixes, frutas e hortaliças para Willemstad
Simon Bolívar viveu um breve período no Octagon, 
que hoje abriga um museu em sua homenagem
Dinheiro
A moeda de Curaçao é o florin antilhano (guilder), mas o dólar americano é muito bem aceito. Nesse caso, tenha sempre notas menores (US$ 20, no máximo), para facilitar o troco. Vai ser muito difícil conseguir trocar notas maiores.

Praia de Cas Abao, o mar mais cristalino
 que encontrei em Curaçao
A Landhuis Knip, sede da fazenda onde, em 1795, eclodiu uma rebelião de escravos, liderados por Tula, que dá nome ao museu que hoje funciona na propriedade
Curaçao na Fragata Surprise
A exuberante Willemstad - a capital de Curaçao é uma surpresa gratíssima.

Museu Tula e a luta contra a escravatura - no Século 18, os cativos das fazendas da ilha se rebelaram contra as horrendas condições em que eram mantidos. Seu líder, Tula, é hoje considerado o maior herói na luta pelos direitos humanos na ilha e é homenageado com um museu na casa grande da fazenda onde viveu escravizado.

Museu Kura Hulanda: o esplendor da África e o horror da escravidão - A beleza e a sofisticação da arte dos diversos povos africanos estão à mostra em um belo museu de Willemstad.

Praias de Curaçao: modo de usar - todas as dicas pra você aproveitar as principais atrações da ilha.

Hospedagem em Willemstad - minha experiência Renaissance Curaçao Resort.

Essa priminha da Fragata é originária do Mali e está no Museu Kura Hulanda, dedicado à arte e à cultura dos africanos escravizados nas Américas — uma visita obrigatória em Curaçao

Continue viajando com A Fragata Surprise

O Caribe na Fragata Surprise

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Um comentário:

  1. Sensacional as fotos. Eu e minha esposa estaremos indo para Curaçao em Novembro deste ano e os posts do seu blog só fizeram ficarmos ainda mais ansiosos pela viagem (além de ajudarem um monte no planejamento da nossa viagem)!

    Temos um blog de viagens, você trabalha com o sistema de parceria?

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